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A OKI Data celebra 20 anos de atuação no mercado nacional

01/02/2017

A OKI Data celebra este mês 20 anos de atuação no mercado nacional. Conhecida como uma das principais marcas de soluções de impressão do mundo, a empresa tem oferecido ao mercado brasileiro equipamentos e serviços com foco em cor, mobilidade, segurança e diversidade de aplicações.

“Em 2016, participamos das principais feiras e eventos do setor, nos quais destacamos lançamentos para as áreas gráficas e médica, além de soluções para sinalização em varejo e automatização para captura de documentos”, explica Luiz Carli, diretor geral da OKI Data.

Entre as soluções para a área gráfica, o destaque é a impressão em transfer na C941, uma impressora digital LED de 5 cores com tecnologia para imprimir em papeis coloridos usando Toner Branco – uma revolução para a personalização de brindes e materiais promocionais, como azulejos, madeiras e materiais rígidos. “O mercado demanda cada vez mais produtos diferenciados, personalizados e em escala reduzida. Além disso, alguns processos tradicionais requerem lote mínimo para início da produção e, por isso, viemos mudar esse paradigma com a C941”, define.

Já na área médica, a empresa consolidou sua posição como um dos principais fornecedores de soluções para impressão de documentação e exames não-diagnóstico. “Participamos, em 2016, da JPR, principal evento de radiologia da América Latina; além disso, fomos reconhecidos como uma das marcas mais lembradas, na categoria Hardware, em uma premiação do setor”, lembra o executivo.

O segmento de sinalização digital também foi um dos pilares da companhia em 2016. “A velocidade das promoções de marketing em supermercados e home centers estava limitada pela capacidade de produção do cartazista. Com os equipamentos OKI Data é possível imprimir em uma ampla variedade e gramatura de mídias, com baixo índice de intervenções pelo usuário”, afirma. Essa característica das soluções OKI, associada a softwares de parceiros, permitiu à empresa implementar o cartazeamento digital em diversos supermercadistas durante o ano passado.

Em 2017, a OKI Data irá continuar a investir no crescimento sustentável, com soluções inovadoras e tecnologia de ponta. “O intuito é ampliar nossa presença de mercado e garantir um serviço de excelência aos nossos clientes”, finaliza Carli.

Sobre a OKI

A OKI é uma das principais marcas de soluções de impressão do mundo, com mais de 30 anos de experiência no mercado e presença em mais de 120 países. No Brasil há 20 anos, se destaca por seu pioneirismo e desenvolvimento de tecnologias inovadoras. Com uma linha completa de mais de 20 modelos, a OKI possui impressoras e multifuncionais LED monocromáticas e em cores, além de matriciais. A companhia faz parte do grupo japonês OKI Electric Industry, fundado em 1881, composto por empresas dos setores de telecomunicações, informática, eletroeletrônicos e componentes. O grupo emprega diretamente mais de 16.000 funcionários e fatura mundialmente US$ 4,5 bilhões. Acesse o site www.oki.com.br.

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Samsung aposta no mercado de acessórios e amplia portfólio no Brasil

31/01/2017

A Samsung Brasil anuncia o lançamento de uma série de produtos para sua linha de acessórios. Além de capas protetoras para os Galaxy A7 (2017) e Galaxy A5 (2017), a empresa apresenta cinco novos acessórios para todas suas demais linhas de dispositivos: Caixa de Som Bluetooth Bottle, Caixa de Som Bluetooth Scoop, Bateria Externa com design diferenciado em duas capacidades de carga, Carregador Sem Fio – Base Dupla e o Fone Estéreo com fio In-Ear Design Retangular.

“O negócio de acessórios tem um grande potencial no mercado brasileiro. O objetivo da Samsung é ampliar seu portfólio de produtos, criando um ecossistema cada vez mais completo, oferecendo a melhor e mais imersiva experiência aos consumidores”, afirma Demetrius Oliveira, Diretor da Divisão de Lojas e Acessórios da Samsung Brasil.

As capas protetoras para o Galaxy A5 (2017) e Galaxy A7 (2017) estão disponíveis nas Lojas Samsung, no ecommerce da empresa e nas principais redes varejistas, físicas e online do País a partir de hoje.

Os demais acessórios poderão ser encontrados nas Lojas Samsung, no site da companhia e também em todas as lojas online da B2W a partir de Fevereiro.

Capas protetoras para os Galaxy A (2017)

Capa Protetora Clear View

Os consumidores têm à disposição a Capa Protetora Clear View tanto para o Galaxy A5 (2017) como também para o Galaxy A7 (2017). Por ser elegante, fino e leve, o acessório dá um destaque ainda maior para o design sofisticado dos novos integrantes da família Galaxy A, além de proteger a parte frontal, lateral e traseira do smartphone. A Capa Protetora Clear View é touch e translúcida. Essas características permitem ao usuário atender ligações, verificar notificações e gerenciar aplicativos sem ter a necessidade de abrir a capa. Disponíveis nas cores preto, dourado e rosa.

Capa S View Standing

A Capa S View Standing é uma excelente opção para quem busca proteger o smartphone contra eventuais acidentes e o utiliza para ler textos ou assistir filmes. Isso porque, além da proteção, um dos principais diferencias das Capas S View é a possibilidade de usar sua parte que cobre a tela como base para apoiar o aparelho. Com isso, o smartphone fica em um ângulo mais favorável para a leitura ou visualização de vídeos. Compatível com o Galaxy A5 (2017) e também com o Galaxy A7 (2017), a Capa S View Standing conta com um visor touch desenvolvido especialmente para que o consumidor possa acompanhar suas principais notificações, acessar informações como data e hora e atender chamadas mesmo com a capa fechada.

Outra facilidade do acessório da Samsung é a possibilidade de registrar fotos e vídeos rapidamente, também sem ser necessário retirar a capa para fazer isso. Para os dois modelos, Galaxy A5 (2017) e Galaxy A7 (2017), as Capas S View Standing chegam nas cores preto, dourado e rosa.

Capa Protetora Jelly

Flexível, discreta e com uma perfeita aderência aos aparelhos são as principais características da Capa Protetora Jelly. A Samsung traz ao Brasil o acessório para a família Galaxy A (2017). A Capa Protetora Jelly protege a parte lateral e minimiza os efeitos dos impactos frontais que os smartphones possam vir a ter. O custo-benefício dessas capas é excelente. Disponível na opção transparente para ambos os aparelhos.

Acessórios

Caixa de Som Bluetooth Bottle

A Caixa de Som Bluetooth Bottle possui o novo sistema de alto falantes Surrounding 360º, que garante um som perfeito e uniformemente balanceado para todo ambiente. Além da qualidade sonora, o dispositivo possui um design elegante e sofisticado, ideal para complementar a decoração de qualquer lugar. Sua interface é prática, fácil e intuitiva. Na parte superior do aparelho, existe um controle simples com cinco botões, sendo dois para controlar sua luminosidade, dois para o volume e um que liga, desliga e inicia a reprodução das músicas. A autonomia da bateria da Caixa de Som Bluetooth Bottle é de 8 horas, quando utilizado apenas como sistema de som ou de luz, e 4 horas quando som e luz utilizados simultaneamente. O dispositivo traz conexões Bluetooth e conta com carregamento sem fio. Ao baixar o aplicativo Lux Manager* em seu smartphone, o consumidor tem acesso a uma série de recursos exclusivos da Caixa de Som Bluetooth Bottle como, por exemplo: Onda de Luz: faz com que as mais de 16 milhões de cores disponíveis mudem automaticamente.

Luz com música: permite ao usuário sincronizar a música da Caixa de Som Bluetooth com suas luzes, fazendo com que elas reajam conforme o ritmo do som que está tocando naquele momento;

Minha Cor: com essa funcionalidade é possível customizar as cores que serão emitidas pelo dispositivo e controlar a intensidade de seu brilho inclinando-o levemente para qualquer direção.

Modo de Vela: ao ativar o modo, a Caixa de Som Bluetooth Bottle simulará a luz e o movimento da chama de uma vela.

Luz Oscilante: selecionando essa função, disponível apenas para algumas cores, a Caixa de Som Bluetooth Bottle se acenderá e apagará repetidamente criando uma sensação a mais para o ambiente.

Desligar Automaticamente: Permite que você defina o tempo de uso e hora para ser desligada automaticamente.

Caixa de Som Bluetooth Scoop

Mobilidade é a palavra chave desse novo produto da Samsung. O fato de ter um design circular e compacto, ser leve e contar com a presença de uma pulseira, que permite pendurá-la em diversos lugares, faz com que a Caixa de Som Bluetooth Scoop seja a companheira ideal para o consumidor. A Caixa de Som Bluetooth Scoop traz a possibilidade ao consumidor de utilizá-la para fazer ligações por viva-voz. Com conexões Bluetooth a bateria do acessório tem autônomia de 9h de uso.

Bateria Externa Estilo

A Bateria Externa Estilo é moderna, prática e possui um design especial. Para facilitar sua usabilidade, a bateria externa traz uma fita que pode ser presa no pulso do consumidor. Além de trazer mais segurança, permite que o usuário continue manuseando o smartphone durante sua recarga. Uma grande novidade das Baterias Externas Estilo é a presença de um cabo especial que possui uma haste que prende o smartphone à bateria, deixando o aparelho em um ângulo favorável para assistir vídeos, navegar na internet ou ver fotos. Na lateral das baterias, existem dois indicadores LED. O primeiro mostra se a Bateria Externa  está ligada ou desligada. Já o segundo, exibe para o consumidor o quão carregada está a bateria. Disponíveis nas cores azul e rosê, o mercado brasileiro contará com duas versões da Bateria Externa Estilo, uma de 10.200 mAh e outra de 5.100mAh.

Carregador Sem Fio – Base Dupla

O novo Carregador Sem Fio – Base Dupla permite ao usuário recarregar, ao mesmo tempo, até três dispositivos compatíveis**, dois por meio de carregamento sem fio e um pela entrada USB. Mais do que prático e funcional, seu formato inovador e minimalista, faz do acessório um dispositivo elegante e discreto.

 

 

Fone Estéreo com fio In-Ear Design Retangular

A combinação metal e tecido em seu acabamento, seu formato retangular e um excelente som, principalmente com um potente grave, são os destaques do Fone Estéreo com fio In-Ear Design Retangular. O cabo dos fones é envolto a um tecido firme e entrelaçado, impedindo que os fios se quebrem facilmente. O design retangular, além de único, favorece o encaixe e audição dos usuários. E, por fim, o Fone Estéreo com fio In-Ear Design Retangular conta com a tecnologia 2 DLM (Movimento de Camada Dupla) em seus alto-falantes. Esse é um importante diferencial que chancela a qualidade sonora do dispositivo.

*disponível na loja Galaxy Apps, no Google Play e na Play Store*

*compatível com Galaxy S6, S6 edge, S6 edge+ e Galaxy Note5 e modelos com padrão Qi

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Microsoft continuará a investir mais de US $ 1 bilhão por ano em segurança cibernética

30/01/2017

A empresa de software Microsoft Corp. (MSFT.O) continuará investindo mais de US $ 1 bilhão anualmente em pesquisa e desenvolvimento de segurança cibernética nos próximos anos, disse um executivo sênior.

Este montante não inclui as aquisições que a Microsoft pode fazer no setor, disse Reuters Bharat Shah – vice-presidente de segurança da Microsoft, à margem da conferência sobre segurança cibernética da empresa BlueHat em Tel Aviv.

“À medida que mais e mais pessoas usam a nuvem, esse gasto tem que aumentar”, disse Shah. Enquanto o número de tentativas de ataques cibernéticos foi de 20.000 por semana, dois ou três anos atrás, esse número já subiu para 600.000-700.000, de acordo com dados da Microsoft. Por muito tempo conhecida por seu software Windows, a Microsoft mudou o foco para a nuvem, onde está batendo em duelo com a maior rival Amazon.com (AMZN.O) para controlar o ainda incipiente mercado.

Em outubro, as vendas trimestrais do produto nuvem Azure, que as empresas podem usar para hospedar seus sites, aplicativos ou dados, subiram 116%. Além de seus investimentos em segurança interna, a Microsoft comprou três empresas de segurança, todas em Israel, em pouco mais de dois anos. São elas: empresa de segurança Aorato, empresa de segurança em nuvem Adallom e a Secure Islands, cuja tecnologia de proteção de dados e arquivos foi integrada Serviço de nuvem Azure Proteção de Informações.

Os detalhes financeiros desses negócios não foram divulgados.  “Se você está falando sobre um ecossistema com mais de 400 start-ups não é realmente uma coincidência. Israel é enorme em termos de segurança”, disse Yuval Eldar, fundador do Secure Islands. O braço de risco da Microsoft também fez três investimentos em segurança cibernética em Israel, incluindo uma quantidade não revelada em Illusive Networks, que usa tecnologia de fraude para detectar ataques. Ela foi instalada em bancos e varejistas. No início deste mês a Microsoft anunciou que investiu na Team8 de Israel, que criou a Illusive Networks.

“Embora a Microsoft não tenha planos de curto prazo para implementar a tecnologia de decepção (prevenção de ataques online), nós olhamos para muitas tecnologias diferentes que podem ser úteis no futuro”, disse Shah.  Ele acredita que no próximo ano o progresso deve ser feito em direção a uma implementação mais ampla de autenticação de usuário sem necessidade de uma senha.

O sistema operacional Windows 10 da Microsoft inclui o Windows Hello, que permite aos usuários digitalizar o rosto, a íris ou as impressões digitais para verificar sua identidade e fazer login.

Reuters Tova Cohen; Editing by Steven Scheer and Adrian Croft)

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IDC Brasil prevê retomada de projetos em 2017 e crescimento de cerca de 2,5% para o mercado de TIC

27/01/2017

A IDC Brasil, líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações, divulga suas previsões para o setor em 2017. No Brasil, a perspectiva para o ano é de um crescimento de cerca de 2,5% em relação a 2016, puxado pelo segmento de TI, que deve crescer 5,7%, enquanto telecom deve permanecer estável, com aumento de 0,4% no período. Para Denis Arcieri, diretor geral da IDC Brasil, agora é o momento de retomar projetos, com um cenário mais previsível no âmbito político, e principalmente, no contexto econômico. “Não há mais espaço para postergar projetos de transformação e inovação e mais de 6% dos CIOs pretendem investir para melhorar a estratégia  de entrega multicanais em 2017”, diz ele.

A IDC aponta o processo de transformação digital (DX) como um caminho sem volta para as empresas em busca de eficiência e competitividade. Segundo recente pesquisa, no Brasil pouco mais de 10% das empresas já investem cerca de 5% de seu faturamento em tecnologias inovadoras. A transformação digital se baseia em cinco pilares – liderança, omni-experience, informação, modelo de negócio e fonte de trabalho, que permeiam diferentes tecnologias e segmentos do mercado de TIC que se destacam nas previsões da IDC para este ano.

“A transformação digital interfere em diversos aspectos, na medida em que novas competências tecnológicas alavancam mudanças e impulsionam novos modelos de negócios, integração de produtos e serviços físicos e digitais, melhores experiências dos clientes, e mais eficiência operacional e organizacional”, diz Luciano Ramos, gerente de Pesquisa e Consultoria de Software e Serviços da IDC Brasil.

De acordo com as previsões da IDC, o segmento de Telecom se manterá estável em 2017 e coerente com a tendência dos últimos anos, continuando a se digitalizar, com aumento no consumo de dados e redução na base de voz. O mercado corporativo segue em declínio, compensado pelo crescimento do mercado residencial. O número de conexões 4G vai passar de 108 milhões no Brasil, representando 40% da base total.

Segundo André Loureiro, gerente de Pesquisa e Consultoria de TIC da IDC Brasil, é necessário aumentar a cobertura e melhorar a qualidade de serviços para atender à demanda fora das capitais, onde atualmente está concentrado o consumo. A utilização de serviços OTT (Over the Top) deve continuar crescendo e gerando mais tráfego, principalmente de vídeo, assim como modelos “0800 de dados” e “zero-rating”, que permitem o acesso gratuito a determinados serviços, sem cobrança de dados. “Atualmente há também grandes oportunidades para as operadoras em TI e segurança, por conta de serviços baseados na nuvem, datacenter e software como serviço”, comenta Loureiro.

Depois de um ano conturbado, os investimentos em segurança devem ser retomados e ampliados já no primeiro semestre e ultrapassar US$ 360 milhões até o final de 2017. As principais áreas de interesse dos gestores de segurança para novos projetos são Gestão de Identidades (IAM), com 58% de intenções de investimento, e Correlação de Eventos (SIEM), com 57% de intenções. Um desafio para esses executivos será endereçar cenários de IoT (Internet das Coisas) complexos, por meio do endurecimento e da padronização de práticas de segurança para dispositivos conectados. De acordo com Ramos, hoje cerca de 79% dos executivos de segurança não consideram que as práticas para lidar com Segurança da Informação em IoT estejam bem definidas no mercado.

A Internet das Coisas (IoT – Internet of Things), por sinal, deve pegar embalo no segundo semestre, com a definição de uma política pública e de incentivos pelo BNDES, comenta Pietro Delai, gerente de Consultoria e Pesquisa de Infraestrutura e Telecom da IDC Brasil. A previsão é de que o ecossistema de IoT no Brasil dobre de tamanho até o final da década, superando US$ 13 bilhões. O avanço do IoT estará conectado com o uso de Analytics, fundamental para transformar dados em valor para os negócios, e com computação em nuvem, que será a plataforma para processamento desses dados – até 2019, cerca de 43% dos dados de IoT serão tratados na nuvem.

Delai também destaca o Blockchain (banco de dados distribuído que guarda um registro de transações permanente e à prova de violação) como um elemento importante de transformação digital que continuará em ritmo lento. Alguns projetos foram desenvolvidos em 2016 e outros virão ao longo de 2017. “É uma tecnologia disruptiva, mas sua adoção é gradual. Os desafios regulatórios e de compliance são imensos no Brasil”, explica Delai.

Já o mercado de Business Analytics Software crescerá 4,8% em 2017, movimentando US$ 848 milhões no Brasil. Em busca de decisões mais rápidas e assertivas, as organizações vão investir em capacidades analíticas para trazer cada vez mais inteligência e insight a cada processo em seus negócios. O reconhecimento da importância de informações não estruturadas, especialmente daquelas vindas de redes sociais e de interações diretas com clientes, vai dar força às iniciativas de Big Data.

A tecnologia Cognitive/AI também merece destaque, assumindo uma posição importante à frente da mudança das fontes de trabalho nas organizações para suportar com muito mais força os processos de relacionamento com o cliente e de tomada de decisão. Segundo Luciano Ramos, a expectativa é que nos próximos três anos o mercado quintuplique os investimentos nesta tecnologia, ainda em fase inicial, para atendimento inteligente ao cliente, respostas automatizadas, e chatbots.

O mercado de Smartphones, que apresentou queda nas vendas em 2016, voltará a ganhar fôlego em 2017, com previsão de crescimento de 3,5% em unidades em comparação ao volume do ano passado. A troca média dos aparelhos ocorre a cada dois anos e pelo menos 37% da base instalada ativa foi adquirida antes de 2015.

A tecnologia AR/VR (Realidade Aumentada/Realidade Virtual) aparece com boas perspectivas em 2017. A previsão da IDC é que o mercado brasileiro dobre em unidades, ultrapassando a barreira dos 100 mil produtos. Segundo Reinaldo Sakis, gerente de Pesquisa e Consultoria de Consumer Devices da IDC Brasil, estima-se que uma em cada 10 das maiores empresas voltadas para o consumidor experimentará AR/VR como parte de seus esforços de marketing neste ano. Há aplicações em fase de teste no país nas áreas de arquitetura (construção de modelos VR), serviços (manutenção automobilística com AR), varejo (loja virtual com AR e VR) e indústria (aplicações de modelos de alta complexidade).

Até pouco tempo vista como tendência, a computação em nuvem chega em 2017 como mainstream. De acordo com a IDC Brasil, o mercado de Cloud pública deve crescer 20% neste ano, atingindo US$ 890 milhões. “Há muitos casos de sucesso, e as empresas já conhecem os benefícios da nuvem e estão superando seus receios ao perceber que provedores estão aumentando a segurança”, diz Pietro Delai. Apesar do cenário ainda recessivo, as empresas devem investir em Cloud por conta de vantagens como redução de custos e mais agilidade a entrega de soluções.

Na migração das empresas para a nuvem, um papel que ganha importância é o dos Cloud Brokers. “Até 2018, 85% dos ambientes serão multicloud, conjugando serviços de mais de uma nuvem pública para atender suas necessidades de negócios, não só por uma questão de custos, mas também das capacidades de cada provedor. Os brokers vão se tornar grandes intermediadores, ajudando as empresas na tomada de decisões e no gerenciamento desses ambientes”, comenta Luciano Ramos. A previsão é de que eles terão uma fatia significativa nas receitas dos provedores, chegando a 50% dessas receitas até 2020.

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Ingram Micro apresenta solução para gestão de energia que reduz gastos de empresas em até 40%

23/01/2017

A Ingram Micro Brasil, subsidiária da maior distribuidora global de tecnologia, apresenta a solução Gestão e Eficiência Energética que tem como objetivo ajudar as empresas a diminuírem em até 40% os gastos com energia elétrica. Resultado de uma parceria da Ingram Micro com alguns dos maiores nomes da indústria de tecnologia, a solução integra produtos e serviços da Cisco, IBM, Intel e ONEGRID que, juntas,  permitem total gestão do consumo de energia elétrica  com ar condicionado e iluminação, evitando assim o desperdício e assegurando a melhor utilização desse recurso. A solução tem interface intuitiva com gráficos de consumo por localidade em tempo real, garante baixo custo de instalação (os sensores se comunicam entre si sem fio), e assegura o retorno do investimento em aproximadamente dois anos ou menos, de acordo com o tipo de vertical onde ela é implementada. o ignored

                “A Ingram Micro tem investido no desenvolvimento de novas soluções que possibilitem aos parceiros a diversificação de seu portfolio por meio de ofertas inovadoras. A solução de Gestão de Recursos e Eficiência Energética é exemplo disso. Ela possibilita ao cliente redução no consumo de energia, e facilita a visualização do uso desse recurso, seja no prédio principal ou em suas diversas filias. A sensorização de dispositivos elétricos, como ar condicionado e iluminação, por exemplo, permite que o cliente defina os parâmetros de uso desses equipamentos, garantindo assim a correta aplicação das regras corporativas nas diversas localidades. Tudo online em um único painel de controle. É o conceito de IoT aplicado à redução de custo e gestão sobre o uso da energia elétrica” , conta Daniel Sanchez, gerente de Unidade de Negócios IoT da Ingram Micro Brasil. o ignored

A partir de um único painel de gerenciamento, disponível em cloud ou local, cada ambiente da empresa pode ser monitorado por meio de sensores ativados de forma independente ou ainda desativados de acordo com padrões de presença, agendamento ou autenticação. Também é possível fazer o agendamento para uso contínuo ou eventual, ativando apenas os equipamentos ou circuitos necessários para determinada atividade a ser desenvolvida naquele ambiente. Em caso de queda da conexão com a internet, o sistema mantem a gravação dos eventos por até sete dias em modo “offline” sem perda de nenhuma ocorrência. o ignored

Fazem parte do pacote de soluções integradas o Cisco Energy Management (CEM), o IBM Maximo Asset Management e o IBM TRIRIGA Facilities Manager, entre outros. “São ferramentas que normalmente já respondem com máxima eficiência suas funções e que agora, nesse conjunto integrado pela Ingram Micro, Cisco, IBM, Intel e ONEGRID, maximizam tempo e recursos financeiros e garantem total harmonia desde a hora da configuração até a conexão com os demais sistemas das empresas”, explica Patrícia Cocozza, executiva de marketing de Indústrias & Soluções da Ingram Micro. “É a forma mais simples e ágil de ajudar as empresas a diminuírem seus custos com energia”, reforça Patrícia, lembrando que oferecer uma solução integrada como essa faz parte da missão da Ingram Micro de promover cross selling e alavancar os negócios de fabricantes e revendedores. As variações da solução preveem gestão de outros recursos essenciais como água, complementa. o ignored

Dentro desse objetivo, a Ingram Micro trabalha com produtos e soluções de 75 fabricantes para pronta entrega e importação exclusiva no modelo de VAD, VOD, mobilidade, automação e cloud, tem uma plataforma de e-commerce com frete grátis e oferece um portfólio de soluções financeiras – IM Linha Fácil -, que atende praticamente todas as demandas de uma revenda e seus projetos com clientes finais.

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Ingram Micro anuncia Dagoberto Bianchi como gerente da área de automação AIDC 

17/01/2017

A Ingram Micro Brasil, subsidiária brasileira da maior distribuidora global de tecnologia, anuncia Dagoberto Bianchi como gerente de vendas da Unidade de Negócios de Automação Comercial e Coleta de Dados (DC/POS – Data Capture/Point of Sale). Nessa função, Bianchi será responsável pela equipe de vendas de soluções de AIDC (Automatic Identification and Data Capture) comercial de 20 fabricantes – entre os mais importantes do setor – fornecedores da Ingram Micro. São centenas de produtos para captura de dados, como scanners de código de barras, terminais móveis, impressoras de etiquetas, RFID e sistemas sem fio, além de serviço de suporte às revendas e integradores de projetos de automação comercial e industrial.

Graduado em Engenharia Mecânica pela Universidade de São Paulo – Bauru e com MBA em Gestão em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas, Bianchi possui dez anos de experiência em gestão comercial e vendas, com passagem por empresas como ScanSource Brasil, Network 1 e Bematech, entre outras na área de prospecção e distribuição de petróleo.

A Unidade de Negócios de Automação Comercial e Coleta de Dados da Ingram Micro Brasil foi criada em junho de 2013 e desde então é o braço dos revendedores brasileiros que encontram, na distribuidora, o melhor e mais completo portfólio de software, hardware e serviços para atender a seus clientes, tanto do varejo como de outros setores da economia, como saúde e agronegócio, por exemplo. Incluindo as soluções de automação, a Ingram Micro oferece produtos de 75 fabricantes para pronta entrega e importação exclusiva para projetos de qualquer tamanho e complexidade, envolvendo tecnologia da informação e automação. Para a viabilização de negócios, a Ingram oferece um portfólio de soluções financeiras – IM Linha Fácil -, que atende praticamente a todas as demandas de uma revenda e seus clientes finais.

 

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Ricardo Eletro é a varejista de eletrodomésticos com as melhores ofertas na Black Friday segundo ranking

01/12/2016

A Ricardo Eletro, maior rede de varejo de eletrodomésticos em número de lojas do país, obteve a primeira colocação no segmento de varejo eletrodomésticos e eletroeletrônicos em ranking do site Reclame Aqui realizado em parceria com o portal Precifica. A ação monitorou o valor de mais de 1200 produtos, mostrou a variação média de preço e identificou as lojas que ofereceram as melhores ofertas na Black Friday. Na classificação geral, a companhia conquistou o quarto lugar.

Para entregar mais descontos e, consequentemente, alcançar este resultado, a Ricardo Eletro se preparou para a data desde o início de 2016. Ao longo deste período, a companhia organizou um comitê especial com cerca de 20 pessoas, integrando as equipes responsáveis pelas operações do e-commerce e das lojas físicas. As reuniões envolveram discussões com as áreas de Marketing, Logística, Comunicação, negociações comerciais, distribuição, preparação de canais, entre outras.

“A integração é cada vez mais a marca registrada da Ricardo Eletro, que busca unir esforços para disponibilizar ofertas inovadoras para seus consumidores em condições facilitadas. O resultado da Black Friday é fruto desse trabalho”, ressalta Sonia Trindade, VP de Marketing da companhia.

A varejista também se mostrou ativa em comunicação e publicidade durante as ações da Black Friday. Levantamento feito pelo Controle da Concorrência a pedido do Meio & Mensagem apontou que a Ricardo Eletro está entre as 10 marcas que mais anunciaram na semana de promoções.

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LEGO – Por dentro do mundo LEGO

30/11/2016

A empresa vive uma fase muito satisfatória em termos de participação e resultados. Durante os doze meses do ano passado, a receita mundial da LEGO cresceu 25%. A estimativa da companhia é de que, todo ano, aproximadamente 100 milhões de crianças tenham uma experiência com a marca, seja por meio do uso nas escolas, doações ou em atividades pessoais.

A Head de Marketing da LEGO do Brasil, Vivian Marques, conversou com nossa reportagem e falou sobre a presença no mercado nacional, novos projetos e campanhas, as estratégias e as previsões para o futuro da marca em solo brasileiro.

Revista Eletrolojas: Como está a participação da LEGO no mundo? Quais as projeções para o Brasil?

Vivian Marques: Visto que hoje, no mundo todo, já são mais de 100 milhões de crianças que tem contato com LEGO, nós criamos um novo objetivo. Pretendemos dobrar esse número até 2032. Países como o Brasil é um dos focos para essa campanha, então as expectativas são as melhores possíveis. Em 2016 já abrimos duas novas lojas-conceito da marca, as LEGO Stores. Com elas, chegamos ao total de 10 lojas no país.

Revista Eletrolojas: Atualmente, de que formas o mercado brasileiro tem recebido e impulsionado as vendas de LEGO?

Vivian Marques: A marca LEGO desperta grande interesse e engajamento por parte do público brasileiro, e abrange desde crianças até adultos. Isso está se traduzindo nas vendas do Brasil, mas o mercado ainda tem um grande potencial a ser desenvolvido, tanto no aumento da distribuição no varejo quanto nas vendas ao consumidor final.

Revista Eletrolojas: Quais estratégias a LEGO tem e pretende desenvolver para aumentar a participação dos usuários brasileiros nos próximos anos?  Quais as projeções desse crescimento? (a curto e longo prazo).

Vivian Marques: A LEGO usará diversas ferramentas para desenvolver a participação no mercado do Brasil, entre elas oferecer um portfólio relevante para as crianças brasileiras e criar iniciativas para se aproximar do consumidor, como fizemos com a Casa LEGO nas Olimpíadas, por exemplo. As projeções de crescimento não são divulgadas, mas pode-se dizer que o Brasil é um mercado altamente relevante para a companhia, tanto a curto quando a longo prazo.

Revista Eletrolojas: Comente sobre a participação da LEGO durante os Jogos Olímpicos de 2016.

Vivian Marques: Tanto a Casa LEGO – pavilhão de 75 m² com quatro estações montadas para as crianças explorarem a magia de brincar com os blocos da marca –, quanto a maquete do Rio de Janeiro totalmente feita de LEGO, foram sucesso total de público, atraindo mais de 100 mil pessoas de todas as idades e diferentes nacionalidades. Somente na Casa LEGO, instalada na Praia de Ipanema, foram mais de 15 mil visitantes nos 19 dias da atração, que abriu suas portas no dia 03 de agosto. Já na maquete de LEGO da cidade do Rio de Janeiro feita com 947 mil peças, atingiu a incrível marca de 85 mil pessoas, superando a expectativa da empresa.

Revista Eletrolojas: Quais investimentos são feitos em prol da sustentabilidade?

Vivian Marques: Um dos anúncios mais significativos em 2015 foi o compromisso em investir 1 bilhão de coroas dinamarquesas na busca de materiais plásticos alternativos mais sustentáveis aos materiais à base de óleo que são usados atualmente para fazer os tijolos. Durante o ano passado, a LEGO também investiu constantemente na conquista de meninos e meninas e, além disso, apostou em atividades que apoiassem a ambição do Grupo em deixar um impacto positivo no planeta e na sociedade.

Revista Eletrolojas: Qual é a mensagem principal que a LEGO procura passar com suas inovações, campanhas e produtos?

Vivian Marques: Todos os projetos da LEGO têm o mesmo objetivo: inspirar os construtores do amanhã. Encorajá-los a explorar, experimentar e expressar seu próprio mundo – sem impor limites à imaginação –, quantas vezes desejar, é o que a empresa entende como o ato de brincar, indispensável à infância, e é o que os faz se tornarem cidadãos melhores.

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Óticas Carol – Uma das maiores do varejo

23/11/2016

Ronaldo Pereira é presidente da Óticas Carol desde 2009. O executivo foi responsável por reconstruir o modelo de negócios da companhia, tornando as franquias o core business da empresa.. A marca é a única rede de óticas brasileira com laboratório digital próprio, responsável pela produção de lentes de alta qualidade e desempenho, que chegam a custar entre 30% e 50% mais barato. Com expectativa de crescer 15% em faturamento e 18% em unidades de franquias, que deve atingir a marca de 1000 unidades até o fim do ano.

Hoje, a rede possui quase 300 franqueados sendo que alguns deles possuem mais de 10 lojas, o que comprova o apoio da empresa aos empreendedores que apostam na Óticas Carol e seu modelo de negócio. Além disso, a marca está ampliando o laboratório 100% digital da Óticas Carol, que já é maior do país e viabiliza disponibilizar lentes digitais a preços mais competitivos. Com a ampliação do laboratório, sua capacidade de produção em lentes próprias dobrará.

“Apesar da desaceleração da economia e das expectativas pessimistas do varejo como um todo, a rede enxerga novas oportunidades e continuará crescendo de forma consistente em 2016”, explica Ronaldo Pereira, CEO das Óticas Carol. “Nosso objetivo é fechar novos contratos com franqueados, com abertura de novas unidades em cidades estratégicas como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Recife, Fortaleza, Curitiba, Goiânia, Brasília e Belo Horizonte”, conclui.

No ano de 2015, a Óticas Carol fechou o período com 20% de crescimento total na rede (lojas próprias + franquias), com faturamento próximo a R$ 690 milhões de reais. Os empreendedores que apostam nas Óticas Carol contam com diversas vantagens, como poder de compra com melhores preços do mercado, tornando os produtos mais competitivos além de suporte na gestão do negócio, amplas campanhas veiculadas em mídias de massa e programa de treinamento.

Outro benefício oferecido pela Óticas Carol ao franqueado é a troca de experiências, tanto por meio de congressos e convenções, quanto pelo “Somos Carol” – plataforma de comunicação real-time que utiliza as redes sociais e possibilita que colaboradores e franqueados troquem experiências e ideias sobre os negócios. Hoje, cerca de 60% da rede participa ativamente do canal.

RAIO X DA FRANQUIA:

O investimento médio nas franquias da Óticas Carol é de R$ 300 mil. Os royalties são de 4% sobre o faturamento bruto e o retorno do investimento (ROI) costumar vir em cerca de 24 meses.

Número de lojas: 900 lojas

O modelo se mostra muito bem-sucedido, pois a relação do número total de lojas x franqueados é de três lojas para cada franqueado. Ou seja, crescemos substancialmente dentro da mesma base de franqueados;

Hoje existem cerca de 297 franqueados, sendo que alguns tem mais de 10 lojas;

Capital de giro médio varia de R$ 50.000 à R$ 500.000.

Faturamento médio mensal de R$ 80 mil.

Expectativa de crescimento em franquias para 2016: 18%.

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Novo presidente da Staples Brasil começou como estagiário

04/10/2016

A Staples Brasil anunciou a mudança de seu comando no país. O posto, então do argentino Leo Piccioli, será ocupado por João Paulo Amadio, então diretor de vendas e operações da empresa.

Na Staples há 16 anos, Amadio começou na empresa como estagiário, quando essa ainda era uma operação da argentina OfficeNet, comprada pela multinacional americana em 2005.

Formou-se em administração pela FAAP e passou por outras diversas áreas dentro da companhia – de vendas a planejamento estratégico – antes de assumir o atual desafio de gerir os mais de 200 funcionários da operação brasileira.

“Valeu a pena apostar a carreira em uma empresa que proporciona esse tipo de crescimento”, afirma Amadio. “Participar da construção de uma empresa que sai do zero para atender mais de 100 mil clientes é fantástico”.

Com a mudança, a atuação da Staples no país deve ganhar mais autonomia, já que nos últimos três anos as operações do Brasil e da Argentina eram comandadas pela mesma pessoa, o economista Leo Piccioli.

Sob sua gestão, os dois negócios expandiram e ganharam fôlego para seguir de forma independente, embora com troca de experiências de gestão.

Na Argentina, o executivo Gonzalo Santander é quem assume o comando no lugar de Leo, que seguirá dando palestras de gestão nos dois países depois de 20 anos de empresa.

Modelo brasileiro

A Staples atua no país desde 2005 depois da compra da Officenet, mas a mudança de marca só aconteceu em 2010, três anos antes da unificação das subsidiárias da Argentina e Brasil. Diferente da proposta da matriz americana, o negócio no Brasil consiste em lojas menores, atendimento a clientes de todos os portes e entregas delivery. Por aqui, a empresa conta com 7.000 produtos em catálogo, 500 deles de marca própria, contra os 2 milhões do mercado americano. O faturamento estimado para os dois países é de US$ 80 milhões – metade disso proveniente do Brasil. No mundo, a receita foi de US$ 24 bilhões em 2015.

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Ingram Micro Cloud lança no Brasil sua plataforma automatizada de serviços na nuvem

15/09/2016

Para aproveitar o rápido crescimento da demanda por serviços de computação em nuvem na América Latina, a Ingram Micro Inc. anuncia, no Brasil, o lançamento da plataforma automatizada de serviços em nuvem Ingram Micro Cloud Marketplace.

Atualmente disponível em 19 países, o Ingram Micro Cloud Marketplace é um ecossistema que reúne compradores, fornecedores e soluções e permite que revendedores utilizem a infraestrutura Ingram Micro. Ou seja, ao invés de construir infraestruturas complexas e escaláveis para suportar o crescimento de seus negócios, os parceiros da Ingram Micro podem usar como base a plataforma já pronta e flexível do Cloud Marketplace para comprar, provisionar, gerenciar e faturar soluções e serviços em  nuvem para seus clientes.

Com o lançamento de hoje, estarão disponíveis no Cloud Marketplace soluções como o Microsoft Office365 e Azure, por meio do programa Microsoft Cloud Solution Provider (CSP), e Acronis. Nos próximos dias, serão disponibilizadas as soluções BitTitan e MigrationWiz. Outras soluções de ponta serão adicionadas progressivamente ao longo das próximas semanas.

Segundo a IDC, a demanda por soluções na nuvem no Brasil está crescendo no ritmo de dois dígitos acompanhando a necessidade das companhias de continuarem reduzindo seus custos. Em 2015, os serviços públicos na nuvem foram avaliados em US$ 645 milhões e a expectativa é que cheguem a US$ 1,531 bilhão em 2018, com uma taxa composta de crescimento anual (CAGR) de 33,4%.

“Há várias pequenas e médias empresas adotando um modelo baseado em nuvem e atualizando ou expandindo sua infraestrutura existente de TI, de maneira a melhorar time-to-market e o posicionamento competitivo”, afirma Diego Utge, VP & Brazil Chief Executive da Ingram Micro. “O Cloud Marketplace oferece aos nossos parceiros maior capacidade de vender soluções em nuvem de maneira eficiente, identificando e explorando novas oportunidades de negócios”, completa.

Como primeiro provedor de serviços cloud a oferecer o Office365 em uma plataforma automatizada no mundo, a Ingram Micro permite que seus revendedores e parceiros desenvolvam rapidamente seus negócios cloud, agregando seus próprios serviços em nuvem e consolidando o faturamento. A Ingram Micro também oferece aos parceiros uma solução para converter assinaturas de Microsoft Office365 Advisor e Open para o programa CSP, através do plano de serviços de conversão de Advisor para CSP da distribuidora. Fornecido diretamente no Cloud Marketplace, este plano permite que os revendedores recuperem o controle do ciclo de vida de seus clientes ao mesmo tempo em que ganham maiores margens na transição e na renovação.

“Com a nossa plataforma cloud, estamos ajudando nossos revendedores e parceiros a transformar seus negócios tradicionais para serem mais competitivos e ágeis, dando-lhes acesso a mais fornecedores e novas tecnologias sem a necessidade de fazer investimentos significativos em infraestrutura”, diz Nimesh Dave, vice-presidente executivo global da Ingram Micro Cloud. “Estamos muito entusiasmados em continuar a expansão global de nosso Cloud Marketplace, especialmente em um mercado tão estratégico como o Brasil’, conclui Dave.

Nos últimos anos, a Ingram Micro imprimiu um ritmo acelerado de mudanças no Brasil, com a ampliação do portfólio em diversas verticais do mercado e várias soluções de big data e advanced analytics, security, cloud, customer experience, IoT, estrutura convergente e mobilidade.

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Magazine Luiza aposta no digital para virar o jogo da crise

01/09/2016

A grande maioria dos clientes que entram diariamente na loja do Magazine Luiza da Marginal Tietê, em São Paulo, provavelmente não sabe que no piso de cima são planejadas todas as estratégias do quinto maior grupo varejista do Brasil, cujo faturamento bruto atingiu R$ 10,5 bilhões no ano passado. É lá que 400 funcionários, boa parte deles com vinte e pouco anos de idade, trocam ideias em um ambiente sem divisórias ou paredes entre os departamentos. Nem mesmo os diretores possuem seus próprios espaços. Os cinco principais executivos da empresa dividem uma sala cercada por vidros transparentes, dando o aspecto de um aquário. O ambiente coletivo é uma forma de manter o time integrado, a fim de tomar decisões rápidas – modelo comum em empresas de tecnologia do Vale do Silício, o berço americano das startups.

Ali, todos podem enxergar o vaivém do CEO Frederico Trajano, 39 anos, o “Fred”, dando expediente das 8h até altas horas da noite. É da mesa dele, posicionada ao centro do “aquário”, que são definidos os rumos da companhia desde janeiro, quando assumiu o cargo. Sua mãe, Luiza Helena Trajano, passou o bastão para presidir o Conselho de Administração. A mudança ocorreu em um período crítico para a companhia. A recessão econômica pegou em cheio o varejo, um dos primeiros a sentir os efeitos da crise. Para o Magazine Luiza não foi diferente. “O varejo está passando por uma transformação e muitas empresas vão sumir por conta disso”, disse o executivo, em entrevista à DINHEIRO.

Para não ser uma dessas vítimas, o Magazine Luiza parte para o contra-ataque. Pensar e ser digital é uma espécie de mantra dentro da companhia. E Frederico Trajano está à frente de uma revolução que pretende mudar não apenas o modelo de operação da rede varejista, mas também a forma como os clientes compram seus produtos. Por meio de novos canais de venda e aplicativos para celular, a empresa quer conquistar o consumidor da internet, oferecendo a ele um pouco da experiência da pessoal das lojas físicas – e vice-versa. Será oferecida, por exemplo, a possibilidade de comprar pela web e retirar em uma loja física mais próxima.

Com outras ferramentas e com a ajuda de seu banco de dados, a empresa também conseguirá se antecipar às necessidades dos consumidores, oferecendo aos clientes produtos relacionados aos seus hábitos de compra. Com essa estratégia, até 2020, o Magazine Luiza tem a ambição de dominar uma boa parte do comércio da internet e abocanhar a participação de mercado dos rivais, como B2W e Cnova. Diante dos números do setor, a ofensiva de Trajano se mostra mais do que necessária. Em 2015, o varejo recuou 4,3%. Se analisado somente o setor de móveis e eletrodomésticos, exatamente no qual o Magazine Luiza atua, o tombo foi ainda mais forte: 14%.

Apesar de ter ficado melhor que o mercado, a empresa também sofreu. As vendas diminuíram 10,9% e seu faturamento foi reduzido em 8,9%. Isso foi preponderante para, em dezembro, suas ações atingirem R$ 7,83, o mínimo histórico desde a abertura de capital, em 2011. O detalhe é que os papéis foram a esse patamar apenas três semanas após o anúncio de que Fred assumiria a presidência. Um teste de fogo para o novo comandante, que foi o grande responsável pela implantação do projeto de vendas digitais da varejista, que já representa 23% da receita. Para enfrentar tamanho desafio, Trajano se blindou.

Contratou duas consultorias, a Galeazzi, reconhecida no mercado pela destreza na redução de custos, e a McKinsey, para buscar as melhores oportunidades nas formatações das lojas e nos mercados em que a empresa está presente – atualmente, o Magazine Luiza possui 787 pontos de venda. O resultado foi o mapeamento das oportunidades de ganhos de participação no curto e médio prazos, além de uma redução de 10% do quadro, que passou a ser de 20 mil funcionários. Oito meses depois, a despeito da contínua deterioração do cenário econômico e do varejo, o Magazine Luiza virou o jogo. Ao contrário de boa parte do setor, a empresa voltou a vender mais e alcançou o azul novamente.

No primeiro semestre, a receita bruta subiu 3,6%, a R$ 5,3 bilhões, e seu lucro aumentou 166,1%, a R$ 15,7 milhões. O Ebitda, importante indicador de geração de caixa, deu um salto de 21%, a R$ 307,3 milhões. Pode parecer pouco, mas não é. No mesmo período, as vendas de eletrodomésticos caíram 16,5%, atingindo 16 meses seguidos de queda. Os resultados fizeram as ações dispararem. Na quinta-feira 25, fecharam a R$ 61,76, uma valorização de 462% desde o anúncio da efetivação de Trajano. Corretoras como a BB Investimentos e a Planner, que tinham o preço alvo dos papéis na casa dos R$ 15, colocaram a empresa em revisão e com viés de alta. “Não é uma surpresa que estamos colhendo os frutos antes do mercado”, afirma o executivo.

Quando atuava em um fundo de private equity, em 1999, Trajano começou a perceber que a internet poderia ser uma ameaça ao varejo. De lá, ele observou diversas empresas do segmento fechando as portas, como as paulistanas Mappin e Arapuã, ligando o sinal de alerta. Mesmo não sendo o seu objetivo de vida, decidiu entrar na empresa da família. De lá para cá, muita coisa mudou. O Magazine Luiza se tornou uma das maiores varejistas do Brasil e a sua mãe virou referência no setor. E, como ele tinha percebido, a internet passou a ser um dos grandes motores de vendas.

No ano passado, enquanto o varejo físico apresentou retração, a compra de produtos pela internet aumentou 15,3% e chegou a movimentar R$ 41,3 bilhões – a expectativa é de que esse percentual seja ainda maior em 2016. “Não existe mais comércio físico ou virtual, ambos são reais”, diz Fred Rocha, consultor independente de varejo e marketing digital. “Muitos varejistas não entenderam que atrás de um clique no computador existe uma pessoa. O Magazine Luiza é uma das poucas exceções.” A meta da companhia é ser uma empresa digital, com pontos físicos e “calor humano”.

Em outras palavras, Trajano quer trazer as facilidades do ambiente online para o offline, mas sem descartar os benefícios das lojas físicas, como atendimento personalizado e o contato com os produtos. Também, é necessário aproveitar as sinergias que um sistema integrado pode trazer: menores custos de estoque, além da otimização da logística e da infraestrutura da rede. Para isso, a empresa continua investindo e muito no seu laboratório de inovação, chamado de Luiza Labs. Lá, cerca de 100 jovens formam 27 times focados na criação de produtos.

De acordo com Trajano, é de lá que sai tudo o que coloca a companhia na dianteira do varejo multicanal. Um dos exemplos é o Magazine Você. O serviço, lançado em 2012, consiste na venda direta por pessoas físicas de produtos da empresa, prática muito comum no setor de cosméticos. “O Brasil entrou em crise e começamos a aparecer”, diz Trajano. “Muitas pessoas entraram no Magazine Você para gerar um complemento na renda.” O executivo afirma que foi crucial para o crescimento de 30,69% nas vendas do comércio eletrônico no primeiro semestre.

Mais do que o aumento no faturamento, Trajano garante que o Magazine Luiza faz algo que pouquíssimas varejistas conseguem na internet: ter a última linha do balanço positiva. Embora não revele detalhes de sua tática, ele afirma que a operação é lucrativa desde o seu primeiro dia. Isso porque a companhia, segundo ele, não entra na guerra de preços promovida pela concorrência. Por conta da facilidade que o consumidor possui para comparar preços na internet, as companhias o disputam a tapa – nem que isso represente prejuízo.

“No Brasil houve uma concorrência muito selvagem e que levou a práticas insustentáveis”, diz Alberto Serrentino, fundador da consultoria Varese Retail, especializada em varejo. “Vender o produto com desconto, em 12 vezes sem juros e ainda frete grátis faz a conta não fechar.” Por isso, o Magazine Luiza foca no atendimento para fidelizar o cliente. No portal de vendas, além de ter todas as informações do produto, o consumidor tem a ajuda da “mascote” Lu, uma espécie de mulher digital. Por meio de vídeos interativos, ela explica mais detalhes da mercadoria. Também ajuda a sanar as dúvidas dos clientes como a quantidade de BTUs necessários para um ar-condicionado, por exemplo.

Até hoje, 15 mil vídeos foram publicados e mais de 60 profissionais contratados para produzir o conteúdo. O grande desafio, atualmente, é o processo de integração da logística e dos canais online e físico. Para acelerar a digitalização, Trajano encomendou 10 mil smartphones – todos os vendedores, até o final do ano que vem, atenderão os clientes nas lojas físicas com os celulares, algo adotado pela americana Apple no mundo inteiro. Por meio do CPF do comprador previamente cadastrado, eles conseguem agilizar os processos e reduzir o tempo de atendimento da compra. “O que demorava 40 minutos, passou a ser feito em apenas cinco”, diz Trajano, referindo-se aos projetos-pilotos.

Também está em fase de testes um aplicativo que recupera todas as páginas que os consumidores visitaram no site do Magazine Luiza antes de irem para a loja. Com isso, vendedores, por meio de seus celulares, podem indicar produtos e marcas para os consumidores com taxas maiores de acerto. “Antes, o vendedor perguntava para o cliente qual era a sua necessidade. Agora, estamos evoluindo para um modelo em que os hábitos são observados e analisados e, antecipadamente, se oferece ao consumidor o produto exato”, afirma Thiago Catoto, gerente de desenvolvimento da Luizalabs.

O Magazine Luiza aumenta a velocidade desse movimento virtual para, de fato, estar na dianteira do mercado. Suas principais competidoras preferiram criar operações distintas quando iniciaram as vendas pela internet. A B2W não tem sinergias com a sua controladora, a Lojas Americanas. Já a Cnova está negociando agora uma integração das atividades com a Via Varejo – o que traria ganhos a ambos, como desconto com fornecedores e utilização da mesma infraestrutura. Neste ano, quem voltou para a rede mundial de computadores foi o Carrefour, após um hiato de quatro anos. O Walmart, assim como a Magazine Luiza, também se inspira em um modelo de startup para dar resultado no e-commerce.

CALOR HUMANO É uma unanimidade no varejo brasileiro que Luiza Trajano conquistou os consumidores com o seu instinto de vendedora voraz e, ao mesmo tempo, com uma relação cordial e próxima de funcionários e clientes – algo que seu filho herdou dela . Ela se orgulha em dizer que ajudou a popularizar aparelhos que facilitaram a vida dos brasileiros, como a máquina de lavar. Sua devoção à empresa é tamanha que a empresária continua no dia a dia da companhia, mesmo tendo como principal função presidir o Conselho de Administração. “Sou vendedora e adoro ser vendedora, por isso não fico longe do balcão”, diz Luiza Trajano (confira entrevista ao final da reportagem).

Até para manter a tradição, o filho mais velho Fred quer deixar a sua marca. “A minha tia vendeu as primeiras televisões coloridas, a minha mãe deu acesso às maquinas de lavar e quero que o meu legado seja a digitalização do consumidor”, diz. Por isso, ele lançou em rede nacional um reality show que tem como missão tirar o consumidor do mundo analógico. A Magazine Luiza, por meio do apresentador Tiago Leifert, seu garoto-propaganda, visitará a casa dos clientes para explicar os benefícios da era digital. “As pessoas não utilizam todo o potencial dos aparelhos”, diz o CEO. “Queremos mostrar todos os benefícios que esses produtos podem trazer para a vida das pessoas.” E, por que não, lucrar com isso.

Fonte: Isto É Dinheiro 

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B.Blend – O DNA da inovação

31/08/2016

No dia 23 de agosto, a B.Blend, primeira plataforma de bebidas em cápsulas all-in-one do mundo, abriu as portas de sua nova casa e apresentou duas importantes novidades que reafirmam o compromisso no desenvolvimento do segmento de bebidas em cápsulas.

A plataforma prepara mais de 25 sabores de bebidas quentes, geladas, com ou sem gás, além de ser um purificador de água com o melhor sistema de filtragem do mercado e com o diferencial de oferecer água com gás. Ao simples toque de um botão, é possível escolher e preparar refrigerantes, como Guaraná Antarctica, Sukita e Soda; sucos 100% naturais; néctares; frapês; chás quentes e gelados; energy drink; chocolate quente e drinks sem álcool.

“A B.blend proporciona às pessoas o poder de criar e aproveitar as melhores experiências com bebidas e é ideal para o consumidor que busca o poder de escolha, variedade de bebidas, design e tecnologia” – Omar Zeyn, CEO da B.blend.

Produção 100% nacional

A B.blend, inaugura sua primeira fábrica de cápsulas de bebidas para a máquina Brastemp B.blend, dentro de um paque industrial da Ambev, na cidade de Sete Lagoas (MG). A unidade inicia suas operações com uma linha dedicada à produção dos sabores disponíveis para consumo na plataforma de bebidas. Com a produção em Minas, a B.blend deixa de importar as cápsulas da Alemanha.  

A planta conta ainda com um laboratório de análises e controle de qualidade dos insumos, processos e produtos finais, além de uma sala específica para a realização da avaliação sensorial das bebidas.

A máquina B.Blend é comercializada pelo site da companhia e em lojas da rede Fast Shop. O CEO não fala sobre volume de equipamentos vendidos, mas diz que o resultado está acima do esperado.

Novas marcas

Além da inauguração da fábrica de cápsulas, a B.blend anuncia também o lançamento de cinco marcas de bebidas para diferentes categorias de produtos. Essas marcas são: Puro Gosto, que engloba a categoria de sucos 100% naturais; Levez, com néctares; Sunchai, de chás quentes e gelados; Brown Town, para a categoria de chocolates, e Fruá, com os frapês que misturam frutas com leite. 

“A B.blend é uma plataforma aberta que oferece aos consumidores, além das grandes marcas do mercado, como Guaraná Antarctica, Soda e Sukita, produtos exclusivos em diferentes categorias”, explica Zeyn.

Das cinco novas marcas, Puro Gosto e Levez foram cocriadas com os consumidores durante o chamado “Lab Experience”, um projeto da B.blend em que um grupo foi convidado a contribuir com ideias e sugestões para a criação de novas bebidas e marcas. Realizada em novembro de 2015, a primeira edição do programa contou com a participação de mais de 20 consumidores, colaboradores de B.blend e uma consultoria especializada em inovação, que promoveu um workshop voltado ao desenvolvimento de marcas de sucos e néctares, além de um teste sensorial de cinco novos sabores dessas categorias de bebidas.

“A ação, que resultou em 40 ideias cocriadas, foi essencial para nos aproximarmos dos consumidores, entender seus desejos e necessidades. O ‘Lab Experience’ foi o primeiro projeto de uma estratégia de inovação aberta, que faz parte do DNA de B.blend. Queremos repetir essa e outras iniciativas que permitam a participação e troca constante de ideias entre a empresa e nossos consumidores”, conclui Zeyn.

As novas marcas da B.blend devem estar disponíveis no mercado nos próximos meses e a expectativa da empresa é lançar outros sabores de bebidas até o final do ano, ampliando seu portfólio para mais de 30 bebidas em cápsula.

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Lojas Lebes – Familiar, capitalizada e marcada pela profissionalização

30/08/2016

Fundada em 1956, na cidade de São Jerônimo, interior do Rio Grande do Sul, por Otélio Drebes, a Lojas Lebes tornou-se uma das maiores redes varejistas do Estado. Completando 60 anos de atuação neste ano(2016), a empresa familiar está presente em mais de 100 municípios, possui mais de 138 lojas, conta com aproximadamente 1 milhão de clientes ativos e cerca de três mil funcionários. Em 2015 ocorreu a troca de comando da empresa que passou às mãos de Otelmo Drebes, primogênito do fundador, que assumiu como presidente.

A empresa que começou vendendo gêneros alimentícios, ao longo do tempo cresceu e se solidificou ampliando a sua área de atuação. Hoje, disponibiliza um variado mix de produtos nas linhas de moda, móveis, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, entre outros. Atua também no ramo da indústria de confecção, produzindo mais de um milhão de peças por ano, comercializadas exclusivamente nas lojas da rede. Conta também com um Centro Administrativo no município de Eldorado do Sul em uma área de 2 mil m2 e um moderno Centro Logístico de 19 mil m2 situado no Parque Logístico da GLP, em Gravataí/RS.

Com gestão familiar profissionalizada e práticas de governança corporativa, a empresa
evoluiu durante toda sua trajetória mantendo seu foco  no compromisso de garantir qualidade do atendimento e dos produtos que comercializa. O slogan da empresa “veste você, veste sua casa” traduz exatamente o objetivo da empresa de satisfazer todas as necessidades de seus clientes. A constante busca pelo crescimento e o respeito pelos profissionais permearam a trajetória da empresa, que, com uma diretriz estratégica definida, continua expandindo suas atividades.

Depois de uma história de 60 anos de solidez no Rio Grande do Sul, a Lebes cruza as fronteiras do Estado, levando a sua tradição para outras regiões. A rede de varejo abriu sua primeira filial em Santa Catarina, na cidade de Criciúma, em julho deste ano.

Eficiência logística

Conta hoje com 138 lojas espalhadas pelo o RS, uma em SC, e se encontra em constante processo de expansão. Por isso criou um moderno Centro Logístico que atende à demanda atual e está preparado para  acompanhar o crescimento da empresa.
Construído com bases sustentáveis como aproveitamento de água e energia, o CD representa o que há de mais moderno em centros de distribuições no sul do país, possibilitando agilidade, otimização de pessoal, custos e também rapidez nos processos logísticos e de distribuição para todas as filiais que se encontram num raio de 300km da capital gaúcha.  

“Para organizar de forma eficiente e assertiva toda essa complexa e volumosa quantidade de dados e produtos, foi necessário muito trabalho, pesquisa de mercado, experiência e investimento em capacitação profissional, equipamentos e tecnologia”, afirma Drebes. Um dos investimentos realizados e que gerou resultados altamente positivos foi o sistema WMS, um software que conseguiu juntar todas as informações facilitando e agilizando os processos de logística. “Com ele aumentou- se a performance de atendimento das solicitações de distribuição de produto de 85% para 99,9% e na metade do prazo anteriormente exigido. Elevou-se a acuracidade do estoque para 99,93% e se alcançou melhor performance do horário de entrega nas filiais para 92%, considerando uma janela de 15 minutos”. 

Sustentabilidade

A empresa atua em várias frentes para tentar preservar o meio ambiente. As ações vão desde o aproveitamento da água da chuva no prédio do Centro Logístico, o aproveitamento de luz natural no centro administrativo da empresa em Eldorado do Sul, a construção de prédios mais modernos das lojas com estrutura para reduzir o impacto de energia elétrica, até o estudo  para troca das lâmpadas comuns para lâmpadas de led.

Datas promocionais

Drebes explica que existe mais procura nas datas comerciais do varejo. “Há um incentivo por parte do segmento para fomentar o aumento do consumo como Dia das Mães, Pais, Namorados, Crianças, “Black Friday”, Natal e o Dia do Cliente, data na qual a Lebes é uma das precursoras no varejo nacional”.

Perspectivas

Drebes fala também sobre qual segmento tem uma maior participação na rentablidade da empresa. “Seguindo a tendência do comportamento de consumo em geral, a área de tecnologia(como smartphones e tablets) estão tendo uma representação maior de venda”, conta afimrando que a empresa está mantendo o faturamento do último ano com um pequeno incremento. “A expectativa para 2017 é de um aumento de 10% no faturamento”.

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“Investir no cliente atual é uma forma efetiva de aumentar suas vendas com rentabilidade”, aponta Enéas Pestana

24/08/2016

Atuou no Grupo Pão de Açúcar de 2003 a 2014, tendo ocupado os cargos de Diretor Financeiro e Diretor Vice Presidente Executivo de Operações Sênior, antes de tornar-se Diretor Presidente (03/2010 à 01/2014). Além disso, foi Vice- Presidente da Diagnósticos da América S.A. (01/2001 à 03/2003), Diretor Financeiro de empresas investidas pela GP Investimentos e trabalhou no Carrefour. Foi reconhecido como Líder do Varejo Brasileiro no ano de 2012 e Líder do Comércio em 2013, pelo LIDE – Liderança Empresarial, sendo autor de diversos artigos sobre varejo.Em outubro de 2014 fundou a Consultoria “Enéas Pestana & Associados”, empresa de consultoria empresarial com foco especial no varejo, possuindo como clientes empresas como Saraiva, Leader, BRPharma e Máquina de Vendas. Em 2016 ingressou no Grupo JBS onde atualmente é Presidente da plataforma da América do Sul da JBS S.A. e responsável por todas as operações da companhia na região.

Revista Eletrolojas: A expectativa é que este ano seria ainda pior do que em 2015. Está ocorrendo dentro do previsto as movimentações no mercado ou houveram surpresas, sejam positivas ou negativas?

Enéas Pestana: O ano, infelizmente, está se comportando como esperado – regressão quase generalizada. No último mês as expectativas têm melhorado – mas por enquanto só as expectativas, o reflexo na ponta da cadeia de consumo ainda vai demorar um pouco. Teremos um fim de ano complicado no varejo. A surpresa positiva foi que, ao analisarmos o varejo alimentar, algumas categorias principalmente de perecíveis (carne congelada, carne industrializada, requeijão + cream Cheese e batata congelada) cresceram em 2015 e aparentemente continuam crescendo em 2016. Outra surpresa foi que o processo de migração de clientes dos hipermercados para os atacarejos se acentuou. Embora tenha recebido um empurrão da falta de dinheiro, isto caracteriza um consumo mais racional que certamente já afetou o estilo de consumo de uma parte da população. É bom os varejistas estarem preparados para isto.

Revista Eletrolojas: Quais setores estão sofrendo mais com o momento político e econômico?

Enéas Pestana: Certamente são os de bens duráveis e semiduráveis. É claro que as performances não são uniformes dentro de cada indústria, mas no geral, partindo-se do setor alimentar em direção ao não alimentar, elas vão piorando. Por exemplo: enquanto as vendas dos supermercados “cresceram” 0,07% no primeiro semestre a venda de livros caiu 16,3% e a venda de automóveis caiu 24,7%! A explicação é simples. Hoje temos 3 fatores que impactam diretamente o consumo: 1. Falta de renda, gerada basicamente pelo desemprego. O desemprego vem desacelerando, mas ainda cresce, logo este fator ainda vai se agravar; 2. Falta de crédito ou custo muito caro de financiamento. Como a taxa de juros mais alta é usada como mecanismo na busca de conter a inflação, este quadro deve permanecer assim até o primeiro semestre de 2017. Mesmo que a SELIC seja reduzida não vamos sentir isto imediatamente na oferta de crédito. Caso a inflação caia, conforme se espera, para um patamar de 4,5% e a SELIC não seja reduzida, poderemos ter taxa de juros real ao redor de 10%, a mais alto do mundo. Além da taxa de juros e do spread adicionado para o crédito ao consumo, a inadimplência tem se elevado bastante, o que torna também a disponibilização ou oferta de crédito ao consumo mais restrita; 3.Confiança do consumidor. A insegurança gerada por todos os fatores aqui mencionados, especialmente o alto nível de desemprego, faz com que o consumidor, mesmo tendo dinheiro disponível, postergue todos os gastos desnecessários ou evitáveis. Nesta lógica, os produtos semi ou duráveis serão os mais prejudicados. O consumidor pode se permitir a indulgência de comprar um chocolate diferente ou fazer um churrasco em casa, mas com certeza vai adiar a troca do sofá, ou do carro, ou ainda a reforma da casa.

Revista Eletrolojas: Quais providências que as empresas deveriam tomar para dirimir eventuais problemas em momentos como esse ao qual o país vem enfrentando?

Enéas Pestana: Dois pontos são fundamentais neste momento: 1. Controlar o caixa, isto quer dizer, buscar a eficiência em todos os seus processo, controlar rigorosamente todas as despesas; cancelar todos os investimentos (todos mesmo) que não vão trazer incremento direto e imediato de venda ou de lucratividade, exceto os decorrentes de atendimento à legislação ou relacionados à segurança de pessoas ou do patrimônio. Em outras palavras, “sentar em cima do caixa”! Esta atividade é do dono ou do CEO da empresa e não deve ser delegada. Exige muita disciplina para surtir efeito. Lembre-se!! É a falta de caixa que quebra as empresas!!; 2. Investir para manter os atuais clientes. Existem muitas empresas que se esforçam mais para atrair novos clientes do que para cuidar e manter os atuais! A venda “mais barata” que existe é a venda adicional que se faz para um cliente que já está dentro da sua loja, a segunda “mais barata” é a nova venda feita para um “já cliente”. A mais cara é a venda feita para um novo cliente, pois precisamos gastar mais para atraí-lo do que gastaríamos para manter o cliente atual. A empresa deve se esforçar muito para conhecer o seu cliente, compreendendo em profundidade quais são seus anseios, exigências, desejos, expectativas, e assim tomar suas decisões colocando O cliente no centro de todas as suas decisões, desde a definição do Mix de Vendas, preços e promoções, exposição, atendimento, comunicação, e etc.

Revista Eletrolojas: Conte-me sobre as principais ações da Enéas Pestanas & Associados?

Enéas Pestana: Como uma consultoria especializada em Gestão, estamos envolvidos em projetos onde auxiliamos os nossos Clientes a melhorar o seu resultado através de uma gestão (pessoas, processos, sistemas e estrutura de capital) mais eficiente. Nosso trabalho utiliza-se de metodologias testadas e comprovadamente de sucesso, conduzidas por profissionais que possuem larga experiência na gestão de áreas e negócios em grande empresas, onde puderam aprender, na prática, com acertos e erros. A aplicação de nossas metodologias pode exigir transformações nos 4 pilares ou em apenas 1 ou 2 deles. Temos trabalhado com empresas pequenas, médias e grandes de duas maneiras: 1. Consultoria Consultiva: participamos de conselhos, comitês ou mesmo de encontros específicos com o C-level da empresa para aportar a nossa visão sobre temas estratégicos e/ou tático/operacionais que estão afetando a empresa; 2. Consultoria de Gestão: Aqui realizamos um profundo diagnóstico para mapear todas as oportunidades de melhorias, em seguida, desenvolvemos um plano de ação através da nossa metodologia e com base nas recomendações realizadas pelo nosso time.

Revista Eletrolojas: Um dos maiores problemas para o mercado podemos dizer que é a procura pela consultoria somente no momento de claudicante situação ao qual a empresa se encontra?

Enéas Pestana: É verdade. Costumamos dizer que existem 3 fatores que concorrem para este fato. Em primeiro lugar a negação, ou seja, o dono ou responsável pela empresa reluta em aceitar que ela tem um problema. Ele acha que é algo superficial e passageiro, que se resolverá com o passar do tempo. O segundo fator é o “eu resolvo”, aqui o executivo principal (depois de aceitar que o problema existe) insiste em que ele vai resolver esta crise como sempre fez. De uma certa maneira ele tem razão, pois ele vem resolvendo todos os problemas que a empresa já enfrentou. Isto dá a ele uma falsa sensação de as crises são todas parecidas e podem ser combatidas com remédios parecidos. Até o dia em que não funciona mais! Por fim, após aceitar o problema e entender que não dará conta do recado, pode existir a contratação inadequada. Normalmente isto ocorre, pois ele procura uma consultoria com soluções parecidas com as que ele tomaria ou porque contrata baseado apenas no critério custo! Estes 3 fatores atrapalham muito a solução do problema e acabam por consumir um tempo precioso na resolução do problema. Tempo que a empresa não tem! Tempo que transforma um diagnóstico para solucionar o problema em autópsia para explicar a quebra da empresa.

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Carrefour inicia operação de e-commerce no Brasil

04/08/2016

O Grupo Carrefour Brasil lança nesta terça-feira (26) sua atividade de e-commerce no país. Com a nova operação, a companhia amplia sua relação com os clientes a partir de uma oferta completa para as compras da casa e da família, por meio de uma plataforma tecnológica inovadora e soluções avançadas de marketing digital que permitirão uma progressiva integração do e-commerce com as lojas no futuro. O Carrefour.com irá oferecer inicialmente sortimento completo em 12 categorias divididas nos universos Casa & Família e Eletrônicos. Na primeira etapa, a operação irá atender toda a região Sudeste do Brasil. A expansão geográfica será gradual, nos próximos meses, para as regiões Sul, Centro-Oeste, Nordeste e Norte, respectivamente.

“O início da operação do e-commerce no Brasil reforça a nossa estratégia omnicanal. Investimos em soluções tecnológicas de alta performance e em profissionais qualificados para construirmos uma operação inovadora, capaz de atender os consumidores com eficiência e que fortalecerá a atuação do Grupo Carrefour como um dos mais completos varejistas brasileiros”, destaca Charles Desmartis, CEO do Grupo Carrefour Brasil.

O Carrefour.com terá amplo sortimento de produtos não alimentares distribuídos nas categorias Casa & Decoração, Tech & Eletrônicos, Saúde & Bem-estar e Infantil. São itens das principais marcas do mercado, selecionados a partir da preferência dos clientes que escolhem o canal online para realizar suas compras. Já no final de 2016, o site irá ampliar sua oferta de produtos a partir de sua operação de marketplace, abrangendo as categorias de Auto & Ferramenta, Cultura & Lazer, Moda e Petshop. Nas próximas etapas, o site irá iniciar a venda de alimentos.

Toda a plataforma do Carrefour.com foi desenvolvida para sustentar a sinergia da operação online e lojas físicas, em linha com modelos de sucesso que a companhia já opera em diversos países. A integração progressiva com as lojas físicas possibilitará que o sortimento do e-commerce possa ser acessado pelos clientes que estão no hipermercado, integrando os canais e oferecendo sortimento estendido. No futuro, os clientes contarão ainda com diversas facilidades, como realizar a retirada, troca, devolução ou suporte técnico de produtos do e-commerce direto nas lojas físicas.

A estratégia omnicanal tem como base a clara visão do Carrefour.com em proporcionar alto nível de serviço e uma experiência de compra prazerosa para os consumidores. “Nosso cliente não tem tempo a perder, ele quer experiências simples e rápidas. Seja durante a navegação para busca do produto ideal, seja na hora de administrar um pedido em andamento, nossos clientes querem fluidez e autonomia, exatamente o que entregamos para facilitar o processo de compra online”, explica Francisco Donato, Diretor do Carrefour.com.

Para atingir este objetivo, o Carrefour.com investiu em modernas tecnologias que permitirão a individualização da navegação, aumentando a relevância do que é mostrado para cada cliente. O site é responsivo, em aderência à realidade já consolidada da navegação por meio de dispositivos móveis. Tudo ancorado em muito conteúdo e uma catalogação de produtos intuitiva, que irá permitir que os clientes encontrem um mesmo produto por diferentes caminhos de navegação.

O cliente do Carrefour.com se beneficiará também de uma grande autonomia no serviço pós-venda. O rastreamento de pedidos é totalmente detalhado, mantendo o usuário informado de todo o processo da sua compra. O cliente poderá, por exemplo, solicitar uma mudança em seu pedido em questão de segundos, diretamente no site. Caso qualquer etapa do processamento ultrapasse o tempo padrão, um alerta será gerado para o time de atendimento, que passará a atuar preventivamente para garantir a entrega do pedido no prazo prometido.

O Carrefour.com conta com um Centro de Distribuição exclusivo em Embu das Artes (SP). Progressivamente, irá compartilhar dos centros de distribuição das lojas físicas, aproveitando a grande capilaridade da rede no Brasil para se aproximar dos clientes e ganhar em eficiência. Além do sortimento próprio, o modelo de negócio via marketplace irá conferir capacidade de multiplicação da oferta, reduzindo a demanda por estrutura e capital próprios.

O Carrefour Soluções Financeiras, braço da companhia voltado ao financiamento das compras dos clientes da rede, apoiará o lançamento do e-commerce com ofertas exclusivas no site para portadores do Cartão Carrefour.

“Nossa estratégia e modelo operacional foram concebidos para capturar o melhor do mundo físico e do mundo digital a favor do cliente Carrefour e da eficiência do negócio. Ativos atuais serão utilizados para impulsionar o Carrefour.com que, por sua vez, possibilitará a inclusão futura de diversos serviços, baseados no meio digital, para todos os formatos, o que permitirá melhorar a experiência dos nossos consumidores e aumentar cada vez mais nossa relação com eles”, ressalta Donato.

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Ingram Micro Brasil promove encontro entre parceiros e apoiadores

24/07/2016

Durante o dia 19 de julho, na Casa de Grelhados Marcos Bassi, em São Paulo, a Ingram Micro Brasil promoveu um encontro com seus parceiros e distribuidores, oferecendo a oportunidade exclusiva de se conhecerem e deliberarem sobre o mercado. Entre os presentes, Apple, Logitech, Lenovo, Microsoft e a apoiadora SellComm Events, deram um breve recado a todos, apresentando suas empresas e novidades. Diego Utge, vice presidente da Ingram Micro Brasil, também fez uma breve e descontraído discurso e agradeceu a presença de todos. “Em nome da Ingram Micro, agradeço a parceria de todos os clientes, pois isso reflete nossa perfomance como companhia, onde continuamos investindo forte e crescendo no país”.

Além disso, os convidados fizeram parte de uma experiência batizada de “Ingram Micro The Meat Experience”. Todos participaram de um almoço especial e puderam conhecer mais sobre o universo das carnes Nobres, com uma explicação simultânea sobre seus cortes específicos.

Ricardo Kamel, responsável pela divisão de Commercial & Consumer, acredita que encontros como esse são essenciais para estreitar relacionamentos entre os parceiros. “Seja qual for o cenário econômico, estar perto do teu canal é mandatório. Desenvolvemos inúmeras atividades que permitem estes acontecimentos. Sempre é importante comunicar as novidades e oportunidades que o momento nos oferece”.

No Brasil desde 1997, a Ingram Micro é o maior distribuidor mundial de tecnologia e líder global da cadeia de suprimentos de TI, serviços para dispositivos móveis, cloud, automação e soluções de logística. A Ingram Micro é a única distribuidora de tecnologia presente em todos os continentes, inclusive no mercado asiático e com unidade global de Cloud com exclusivo Market Place. “Temos clientes em mais de 160 países com 122 centros de distribuição que atendem cerca de 200 mil clientes em todas as partes do mundo. Hoje está entre as 60 empresas globais do ranking da Forbes, com faturamento  de 50 bilhões de dólares. Temos crescido no Brasil nos últimos anos a taxas de 2 dígitos. Este ano, estamos prevendo manter um crescimento de mais de 15%”, comemora Kamel.

No final de 2015,  a Ingram Micro adquiriu a Ação Informática, passando a atuar também no modelo de Solution VAD com pilares de atuação em  Big Data & Analytics, Cloud Computing, Security, Customer Experience, Mobilidade e Infraestrutura Convergente.

Como elo vital na cadeia de valor de tecnologia, a Ingram Micro Brasil cria oportunidades para fabricantes e revendedores, por meio de programas de benefícios exclusivos, logística e soluções de mobilidade, suporte técnico, soluções financeiras e da distribuição de soluções e produtos. “Como a nossa presença é bastante ampla, seja no canal de revendas ou por categoria de produtos, a nossa estratégia é pautada por focos verticais de atuação e uma estratégia de juntar parte ou varias partes destas verticais oferecendo uma solução”, esclarece o executivo.

Kamel explica que a distribuição no Brasil sempre foi, é e será um mercado extremamente competitivo, pois as mudanças constantes tributárias e os cenários de comercialização estão sempre exigindo uma eficiência por parte dos integrantes desta cadeia. “O Brasil é um mercado enorme e com muitas oportunidades, mesmo em momentos desafiadores como o que passamos, mas com alguns pequenos ajustes, o consumo voltará a seu ritmo vivido na última década. O saldo positivo virá pela eficiência que todas as empresas ganharam para se ajustar à crise vivida e sem dúvida, viveremos excelentes taxas de crescimento nos próximos meses”, prospecta.

Ricardo Homem de Melo,
 account manager Distribution SMB da 
Lenovo Brasil, contou que atualmente a participacão no SMB de distribuição está em torno de 19%, e querem mais. “Nós queremos um crescimento de 7%. E esse plano está pautado para 2017 e 2018.  Estamos trabalhando desde a estrutura de pessoas até melhoria de processo e ferramentas”. O gerente ressalta que todo plano está estratégicamente mapeado, e sabem exatamente onde que está o mercado com potencial para crescimento.  “Nesse momento estamos estudando esse mercado, para, consequentemente, crescermos o market share, e em 2018/19 sermos líderes de mercado”.

A Ingram Micro Brasil tem hoje 45% do market share da Lenovo. Ricardo de Melo tem pouco tempo de trabalho com a Lenovo mas já pôde concluir que a companhia é um canal estratégico e grande aposta da empresa. “Sempre que há uma ferramenta nova ou um lançamento em termos de produtos, usamos a distribuidora como experiência e case para levarmos aos outros parceiros”.

Contente com o convite da Ingram Micro,  Jairo Rozenblit, presidente da Logitech no Brasil, afirmou que é uma ótima oportunidade para estreitar relacionamentos, falar um pouco mais de Logitech.  Rozenblit contou que os números da Logitech vem crescendo significativamente em relação ao ano passado. “Existe uma tendência interessante em que as empresas procuram por produtos que tenham mais lucratividade. Como acessórios têm lucratividade, estamos fazendo cada vez mais parcerias com nossos clientes”, explica.

 Entre as novidades, Rozenblit destaca os mouses de entrada, mouses sem fio, a linha de Digital Music e a linha de áudio Bluetooth – produtos com grande saída e destaques na hora da escolha dos presentes de Dia dos Namorados, Dia dos Pais e Natal – além do lançamento da divisão de vídeo conferência, onde as empresas reduzem os custos de viagem e trocam soluções. “A expectativa para os proximos meses é só de crescimento, visto que agora há uma tendência de melhora do mercado”, espera.

Outra parceira da Ingram há mais de dez anos, trabalhando juntos em diversas linhas de produtos, a  Miranda Computação e Comércio está ha 29 anos no mercado, fornecendo soluções em tecnologia satisfazendo as necessidades dos clientes e do mercado, especializada em informática e atualmente expandido para novos negócios para toda parte de eletrônicos. Chrystian Kennedy, gerente de produtos da empresa, afirma que hoje a Miranda integra o Grupo VarejoInfo, uma associação reconhecida nacionalmente, formada por empresas especializadas em informática de Estados distintos que visa negociar, junto aos fornecedores, condições diferenciadas que beneficie ainda mais os clientes.

Analisando o mercado, Chrystian conta que a expectativa para o segundo semestre de 2016, dependendo do segmento, é positiva, como é o caso da categoria de telefonia. “A gente começou a sentir uma melhora no finalzinho do primeiro semestre, devido aos fortes lançamentos fortes”.

O encontro também contou com a presença da parceira SellComm Events. Carlos Leite, diretor comercial da empresa, convidou a todos os presentes a participarem do evento Sellcomm Brasil, que contará com a participação de mais de 10 palestrantes que estarão à frente de debates que englobam o varejo, distribuição e indústria. O Sellcomm Brasil reúne as melhores empresas em um só lugar e oferecer mais uma oportunidade de negócios ao mercado varejista brasileiro e outros setores relacionados à cadeia de consumo, apresentando uma nova estrutura de relacionamento e negócios entre o varejo, distribuição e indústria.

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SND vencedora do Prêmio “Parceiro do Ano” na América Latina pela Microsoft

22/07/2016

Reconhecimento foi fruto de projetos desenvolvidos para melhorar a experiência de compra e a transformação dos negócios para o mundo cloud

A SND, uma das principais distribuidoras de produtos de tecnologia no Brasil, foi vencedora do Prêmio Partner of The Year na América Latina, na categoria Distributor e também uma das finalistas na disputa global. O prêmio é um reconhecimento aos parceiros responsáveis por transformações relevantes no segmento de cloud computing e seu desenvolvimento no mercado de TI.

“Esse prêmio representa um passo muito importante para a SND, pois mostra que estamos no caminho certo, mantendo uma aproximação muito sólida com nossos parceiros. Ao incentivar as vendas atreladas à consultoria especializada, queremos com isso que eles também sejam agentes na transformação do mercado de tecnologia na nuvem”, ressalta o diretor de Marketing e Produtos da SND, Fábio Baltazar.

No total, foram premiadas empresas em 37 categorias, escolhidas entre mais de 2.500 indicações de 119 países. A cerimônia de premiação ocorreu no dia 12 de julho, durante o Microsoft Worldwide Partner Conference, em Toronto, no Canadá.

Foto: Fábio Baltazar Diretor de Marketing e Produtos, José Bublitz, Presidente da SND

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Perfil do revendedor de TI: cada vez mais autônomo, consultor e sem loja física

20/07/2016

Autônomo, sem loja nem funcionários. Esse perfil é uma realidade que vem se consolidando a cada ano entre os revendedores de TI, segundo a 6ª Pesquisa Inédita Setorial dos Distribuidores de TI e o 5º Censo de Revendas da Associação Brasileira dos Distribuidores de Tecnologia da Informação (Abradisti), encomendado junto ao IT Data, uma das principais consultorias de análise de mercado em tecnologia do país.

 O levantamento realizado junto a mais de 1,8 mil revendas em todas as regiões do país durante o ano de 2015 mostra que as empresas com apenas um profissional, ou seja, o proprietário, representam 28,7% dos entrevistados, contra 25% em 2014. Este é um forte indício de que o revendedor de produtos de TI se tornou um consultor que não possui loja, mas apenas um escritório comercial ou até home office.

Relacionamento é um papel fundamental para a fidelização, e a “revenda de um homem só” é emblemática diante do momento pelo qual o país passa, em que há uma necessidade de ir à luta, e uma das alternativas é empreender diante de altos níveis de desemprego. Esse tipo de empresa, somadas às que contam com 2 a 3 colaboradores – geralmente assistentes por vezes até familiares – representa mais da metade da amostra, com 51,4%. As revendas com mais de 20 colaboradores equivalem a uma parcela de apenas 9,5% de participação de um mercado estimado em mais de 30 mil comerciantes.

Outra característica que vem se consolidando é a ausência de loja física. Novamente, a falta de verba proveniente da crise impossibilita que os revendedores gastem com aluguel, energia, telefone, funcionários, além de manutenção de estoque, entre outros custos. Esse cenário reflete em um aumento do número de revendas sem um estabelecimento comercial, de 52% em 2014, para 57,6% no último ano. Desses, 36,5% trabalham em um escritório e 21,1% afirmam adotar o modelo home-office ou a venda pela Internet. Não por coincidência, enquanto as vendas no varejo físico têm apresentado desempenho decepcionante nos últimos anos, o e-commerce tem crescido a cada ano.

À distância, o revendedor costuma comercializar os produtos sob encomenda, com o hardware sendo ainda o grande responsável, com 26,9% das vendas (contra 31,4% do ano anterior), e software com apenas 6%, seguido por suprimentos, telefonia, segurança e outros.

A maior parte da receita, entretanto, passa a ser a prestação de serviços, que já corresponde a 40,5%. Instalação e implementação de projetos, manutenção e conserto de equipamentos são demandas de usuários residenciais a grandes empresas e, portanto, oportunidades que permitem ao revendedor utilizar seu conhecimento em tecnologia para suprir necessidades e trilhar o caminho para a prosperidade de seu negócio.

*Mariano Gordinho é diretor executivo da Associação Brasileira de Distribuidores de TI (Abradisti).

 

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Microsoft adquire LinkedIn

14/06/2016

Microsoft Corp e LinkedIn Corporation firmaram um acordo definitivo sob o qual a Microsoft irá adquirir LinkedIn para  US$ 196 por ação em uma transação em dinheiro avaliada em US$ 26,2 bilhões, inclusive de caixa líquido do LinkedIn que vai manter a sua marca distinta, ou seja sua cultura e independência.

Jeff Weiner permanecerá como CEO do LinkedIn, reportando-se a Satya Nadella, CEO da Microsoft. Reid Hoffman, presidente do conselho, co-fundador e acionista controlador da LinkedIn e Weiner apoiaram plenamente esta transação que deverá ser concluída este ano.

Além disso, a Microsoft vai financiar a transação, principalmente através da emissão de novas dívidas. Também reiterou sua intenção de completar a sua quota de autorização de recompra existente de US$ 40 bilhões até 31 de dezembro de 2016, o mesmo período de tempo imposto anteriormente.

“O time do LinkedIn criou um negócio fantástico focado em conectar os profissionais do mundo”, afirmou Nadella. “Juntos, nós podemos acelerar o crescimento do LinkedIn, assim como o do Microsoft Office 365 e Dynamics, à medida que   capacitar cada pessoa e organização no planeta”. “Assim como nós mudamos o jeito como o mundo se conecta a uma oportunidade, esse relacionamento como a Microsoft e a combinação da nuvem dela e da rede do LinkedIn nos dá uma chance de também mudar o jeito como o mundo funciona”, afirmou Weiner. “Nos últimos 13 anos, nós nos posicionamos unicamente para conectar profissionais e fazê-los mais produtivos e bem-sucedidos”, completou

Foto: Jeff Weiner, CEO do LinkedIn, Satya Nadella, CEO da Microsoft, e Reid Hoffman, cofundador do LinkedIn. (Divulgação/Microsoft)

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Livelo, empresa de fidelidade do Bradesco e Banco do Brasil, chega ao mercado com plataforma de última geração

16/06/2016

A Livelo, programa de fidelidade criado por Bradesco e Banco do Brasil, anunciou o lançamento de sua plataforma de resgate de pontos. Com mais de 10 milhões de usuários vindos da base dos dois bancos, a empresa nasce como uma das maiores do segmento no país e com a proposta de mudar a forma como o brasileiro se relaciona com programas de fidelidade.

A empresa terá um marketplace próprio, reunindo em um único site produtos e serviços de diversas marcas e que poderão ser resgatados com pontos Livelo. Na plataforma, os clientes também poderão comparar os valores necessários para a aquisição do produto em diferentes parceiros, podendo optar por aquele que se encaixar melhor em seu saldo de pontos.

“Buscamos ser a melhor opção de resgate para o cliente, com uma plataforma de fácil uso e recursos que transformarão o valor dos pontos para milhões de consumidores brasileiros”, afirmou Eduardo Gouveia, presidente da Alelo e líder do projeto da Livelo. “Com a robustez de dois dos maiores bancos do país como alicerce do negócio, temos o objetivo de ocupar um espaço de protagonista no mercado em que vamos atuar”, complementou o executivo.

A Livelo chega ao mercado com 15 parceiros nos quais os clientes poderão trocar pontos por recompensas, incluindo passagens das maiores companhias aéreas e produtos do catálogo das principais varejistas do país. A lista é formada por Walmart, Fast Shop, CNova, Satelital, Shell, M4U (Recarga de Celular Vivo/Claro/Tim/Oi), CVC, Dotz, Multiplus, Smiles, Azul, Avianca e TAP.  Por meio da agência online na própria plataforma da Livelo, os clientes também poderão emitir passagens aéreas de mais de 750 companhias em todo o mundo.

“A criação da Livelo cumprirá um papel fundamental ao permitir uma significativa melhoria na proposta de valor aos nossos clientes, contribuindo para um nível cada vez maior de engajamento com o banco, além da criação de valor econômico para nossos acionistas”, disse Marcelo Noronha, diretor vice-presidente do Bradesco.

Segundo Raul Moreira, vice-presidente de negócios de varejo do Banco do Brasil, a maior capacidade da Livelo nas negociações com fornecedores de produtos e serviços também representará um ganho relevante para os clientes. “A Livelo foi estruturada com o objetivo claro de geração de valor para o consumidor. Pretendemos resinificar o valor que os pontos podem ter na vida dos nossos clientes”, contou o executivo.

foto: da esquerda para direita(Raul Moreira, Marcelo Noronha e Eduardo Gouveia)

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Senado aprova Crescer sem Medo

22/06/2016

O Plenário do Senado aprovou o texto base do Projeto de Lei 125/2015 – Crescer sem Medo, que prevê novas alterações no Simples Nacional. De acordo com a proposta, será criada uma faixa de transição de até R$ 4,8 milhões de faturamento anual para as empresas que estourarem o teto de R$ 3,6 milhões. O aumento do faturamento anual do Microempreendedor Individual (MEI) passará para R$ 72 mil. Atualmente, o limite é de R$ 60 mil.

O presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, diz estar insatisfeito com as alterações que foram feitas no projeto. “Tivemos avanços como a progressividade, mas foram poucos. As pressões realizadas pelas receitas Federal e estaduais e os governadores desvirtuaram o que queríamos. O texto original foi mutilado. O teto de transição deveria ser de, no mínimo, R$ 7,2 milhões, as alíquotas das tabelas não poderiam ter sido elevadas e era necessário que as alterações entrassem em vigor o mais rápido possível”, explicou.

De acordo com o novo texto, as alterações entrarão em vigor apenas em 2018 e promoverão um impacto de R$ 800 milhões para a União. Estados e municípios não sofrerão com perda de receita, pois os impostos sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) e Sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) continuarão com o teto de R$ 3,6 milhões.

A faixa de transição irá funcionar como a progressão de alíquota já praticada no Imposto de Renda de Pessoa Física, ou seja, quando uma empresa exceder o limite de faturamento da sua faixa a nova alíquota será aplicada somente no montante ultrapassado. “Isso servirá como uma rampa suave de tributação para que as empresas possam se preparar para sair do Simples sem sentir grandes impactos. Hoje, muitas empresas crescem para os lados com a multiplicação dos CNPJs para não saírem do Simples Nacional. Isso, na maioria das vezes, representa a morte súbita dessas empresas”, destacou Afif.

O Projeto também prevê a redução do número de tabelas, de seis para cinco, e de faixas, de 20 para seis. As empresas prestadoras de serviço, que estão na tabela menos favorável, poderão migrar para outra tabela que conceda uma alíquota menor, desde que tenham até 35% do faturamento com pagamento de pessoal, incluindo o pró-labore do proprietário.

Além disso, o texto permite a criação da Empresa Simples de Crédito (ESC), que tem como objetivo criar empresas locais de crédito que possam oferecer empréstimos a empresas locais com juros mais baixos que os praticados no mercado. A proposta também regulamenta a figura dos “investidores-anjo”, que são aquelas pessoas que financiam com recursos próprios empreendimentos ainda em seu estágio inicial.

Também está previsto na matéria a ampliação do prazo de parcelamento de 60 para 120 meses, com redução de multas e juros. Após aprovado no Senado, o Projeto volta para votação na Câmara dos Deputados. Caso seja admitido ainda neste ano, as regras de parcelamento já começam a valer em 2017 e, as outras alterações, a partir de 2018.

Fonte: Sebrae

foto: Charles Damasceno

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E-commerce de supermercado: há demanda, mas falta oferta, revela pesquisa

22/06/2016

O consumo pela internet de bens não duráveis, como alimentos e produtos de limpeza, ainda é pequeno no Brasil, mas há espaço para que os supermercadistas virem esse jogo e conquistem novos consumidores no varejo virtual. É o que revela uma pesquisa realizada pelo Mercado Pago, ecossistema de pagamentos que atende a vendedores e compradores do Mercado Livre e outras milhares de lojas online.

Entre os 600 internautas entrevistados, os quais têm o hábito de comprar pela internet, 71,5% informam nunca terem comprado bens não duráveis pela web. Sobre os motivos, 55% deles afirmam que poucos supermercados oferecem o serviço ou que sua rede preferida não o disponibiliza. Já, 34,5% dizem desconhecer a oferta online desses produtos e 30% apontam o valor do frete como fator desestimulante. As respostas são de múltipla escolha e esses são os principais motivos apontados pelos entrevistados.

“Os resultados mostram que há espaço para os supermercados aumentarem a oferta de produtos pela internet. Além disso, o e-commerce é um segmento promissor no Brasil, com crescimento contínuo nos últimos anos, e a tecnologia de pagamentos necessária para os supermercados atuarem nesse canal já está disponível”, destacou Celina Ma, gerente de Marketing do Mercado Pago.

Quando questionados sobre o que os levaria a fazer a experiência da compra em um supermercado online, as indicações, de múltipla escolha, são: melhores preços (65,5%), frete grátis (59%,), a presença de mais redes de supermercados na internet (30%) e poder receber e ver o produto antes de pagar (25%).

Avaliando as respostas dos 28,5% dos entrevistados que afirmam já terem comprado em supermercados online é possível perceber que: a maior parte das vendas virtuais em supermercados (43%) possui um tíquete médio acima de R$ 200,00. Já, 26% somam entre R$ 101,00 e 200,00; 17% entre R$ 50 e R$ 100; e 14% menos de R$ 50. Quanto à frequência, 16% fazem compras de uma a três vezes por mês – o mesmo percentual de pessoas que afirmam comprar uma vez por mês; 13% adquirem algum produto uma vez por bimestre; 4,27% uma vez por semana; e 3,42% compram bens não duráveis pela internet mais de uma vez por semana.

A forma de pagamento mais utilizada pelos compradores online é o cartão de crédito (59,32%), seguido de boleto (51,69%). A maioria das compras (80,51%) é feita por meio de computadores e notebooks, enquanto os smartphones são responsáveis por 33,90% delas. Também no caso dessas questões, os respondentes podiam escolher mais de uma alternativa para resposta.

 

 

 

foto: Crédito / Carlos Della Rocca

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Quantidade de dados gerados pelas empresas vai mudar as estratégias de negócios até 2020, segundo CTO da HDS

16/06/2016

Nos próximos quatro anos, a ascensão da Internet das Coisas e todas as ferramentas tecnológicas ligadas a ela gerarão um incontável número de dados, que promete impactar todo o universo corporativo. Sabendo como a tecnologia será, não só um impulsionador, como fator decisivo para o sucesso das empresas, o CTO da Hitachi Data Systems – empresa subsidiária da Hitachi Ltd., Hu Yoshida e o VP responsável por análise de concorrência da HDS, Harry Zimmer, estão no Brasil e falam sobre o futuro das soluções e estratégias tecnológicas no mundo dos negócios.

A estimativa de dados gerados até o ano de 2020 é tão gigantesca, que os especialistas terão que medir o volume em termos de distância da Terra à Lua. Os dados estão crescendo de forma exponencial e, segundo Yoshida, a velocidade com a qual desenvolvemos maneiras de armazená-los sempre será inferior da qual os geramos. Apenas 15% do volume existente de dados será realmente armazenado pelas empresas daqui a quatro anos.

A Digital Transformation altera a maneira de condução de todos os tipos de negócios, em qualquer âmbito. O investimento nas áreas de TI levanta temas relevantes para a ampliação e continuidade das empresas e demanda atenção dos CEOs. Soluções relacionadas a IoT, Mobilidade, Otimização de Plataforma e Cloud Computing, por exemplo, são constantemente desenvolvidas e aperfeiçoadas pela Hitachi Data Systems com esse propósito.

Yoshida e Zimmer mostram que, com os grandes volumes de dados úteis para o processo de inovação corporativo, as organizações precisam integrar e analisar toda essa informação. Analytics será a chave para processar de maneira rápida e segura o crescente fluxo de dados, influenciar fortemente as tomadas de decisões empresariais e, dessa forma, criar vantagem competitiva.

“No futuro a atenção se centrará em um bom armazenamento e análise de dados. Em vez de centro de informações individuais, nuvens com dados independentes serão necessários para o desenvolvimento de qualquer negócio”, finalizou Yoshida.

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E-BIT anuncia Pedro Guasti como novo CEO

16/06/2016

A E-bit, empresa especializada em informações de comércio eletrônico, anunciou o retorno de Pedro Guasti como CEO da empresa. O executivo, que é um dos fundadores da marca e esteve à frente da operação por 10 anos, tem agora o desafio de modernizar e ampliar o negócio, por meio do desenvolvimento de novos produtos e de tecnologia.

“É uma alegria muito grande estar novamente à frente da operação da E-bit. Estamos entrando numa nova fase e temos o objetivo de crescer, inclusive internacionalmente. Para isso, é preciso compreender as necessidades do mercado, que são bem diferentes do que eram há cinco, dez anos. O setor agora está mais maduro, temos o mobile se consolidando e um consumidor cada vez mais conectado. Nossa atuação irá ao encontro dessas necessidades”, explicou Guasti.

Nesta nova fase, a E-bit desenvolverá novos produtos que colaborem para entender o comportamento do consumidor omnichannel, além de ampliar sua atuação para novos mercados. A empresa também vai investir em novas tecnologias de captura de informações em dispositivos móveis, que ganham cada vez mais relevância na formação da decisão de compra dos consumidores e share nas compras online.
O atual diretor executivo, André Ricardo Dias, segue na função e será responsável pela operação das áreas de TI, Operações, Marketing e Inteligência de Mercado.
Pedro Guasti acumula mais de 15 anos de experiência no mercado brasileiro de comércio eletrônico. Já foi Vice-Presidente de Relações Institucionais do Buscapé Company e atualmente é Presidente do Conselho de E-commerce da FecomercioSP.

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Ingram Micro Brasil amplia atuação na região Sul e anuncia diretora

10/06/2016

A contratação faz parte da estratégia da distribuidora de ampliar sua presença no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná e ficar ainda mais próxima dos seus parceiros comerciais nestes estados.
“A região Sul é muito representativa para os negócios da Ingram Micro. Agora, com uma pessoa dedicada integralmente e com um portfólio cada vez mais completo, vamos atender ainda melhor nossas revendas e parceiros”, declarou Diego Utge, VP & Brazil Chief Executive da companhia.
Formada em administração de empresas pela UNISINOS (São Leopoldo – RS), e especializada em marketing empresarial pela ESPM (Porto Alegre – RS),  Adriana acumula 12 anos de experiência no atendimento e gestão de clientes estratégicos no mercado de TI, e agora tem a função de liderar os projetos locais da Ingram Micro.

Adriana já foi gerente de contas na Oracle por quatro anos, onde atuou no gerenciamento de metas, produtos e desenvolvimento de canais, e na Service IT, onde durante oito anos foi responsável pela oferta de projetos, desenvolvimento e relacionamento com os fabricantes. Também já trabalhou na área comercial na VIVO e na Telefônica Celular.

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Samsung Pay começa a ser testado no Brasil

21/06/2016

Ao mudar a forma como as pessoas realizam compras e usam seus smartphones, a Samsung Electronics, líder global de tecnologia, mostra que uma grande revolução de pagamentos vai acontecer no mundo todo. O Samsung Pay, serviço de pagamentos móveis seguro e fácil de usar, que pode ser usado em quase qualquer lugar onde cartões de crédito e débito são aceitos, graças ao uso das tecnologias MST (Transmissão Magnética Segura) e NFC (Comunicação por Proximidade), que transforma seu smartphone em uma carteira digital, será lançado em breve no Brasil e já está sendo testado por um seleto grupo de formadores de opinião.

Os escolhidos são os primeiros a experimentar o serviço no Brasil, país que está se preparando para receber o Samsung Pay. A tecnologia já pode ser utilizada em diferentes locais, incluindo as Samsung Stores, supermercados, farmácias, restaurantes, grandes magazines, postos de gasolina, entre outros estabelecimentos.

A expansão do Samsung Pay começou na Coreia do Sul, passando pelos Estados Unidos, China, Espanha, Singapura e Austrália. Em curto prazo, chegará também ao Brasil. No momento do lançamento do serviço, os portadores de cartões de débito e crédito terão a opção de fazer pagamentos usando smartphones compatíveis com o sistema: o Galaxy Note 5, Galaxy S6 edge+, Galaxy A5 e A7 (2016), Galaxy S7 e o Galaxy S7 edge.

“Estamos orgulhosos de oferecer uma opção de pagamento móvel simples e segura. Com o início dos testes temos o objetivo de, na ocasião do lançamento, oferecer aos consumidores o melhor serviço de pagamento móvel via smartphone disponível no mercado, afirmou Renato Citrini, gerente sênior de produtos da divisão de dispositivos móveis da Samsung Brasil.

Durante a fase de testes os seguintes parceiros apoiam o Samsung Pay: Banco Brasil, Brasil Pré Pago, Caixa, Porto Seguro e Santander. Outras empresas podem ser adicionadas durante o período de testes.

Notícias

PayPal e Euromonitor traz um raio X da internet móvel e do setor de pagamentos eletrônicos no País

13/06/2016

Na esteira das comemorações de cinco anos do PayPal no Brasil, a Euromonitor International tabulou um amplo estudo sobre internet móvel e o mercado de pagamentos eletrônicos no País. E chegou a uma série de conclusões. Entre elas, a de que, até 2020, cerca de 4,5 bilhões de pessoas no mundo inteiro serão assinantes de internet móvel. E o Brasil tem e terá um papel importante nesse crescimento: deveremos contar com mais de 250 milhões de usuários de dispositivos móveis com acesso à web até o final da década.

Isso porque vivemos em um mundo totalmente conectado e aberto a incorporar novas tecnologias; e estamos assistindo a uma mudança na maneira com que as pessoas interagem com seu dinheiro. Comprar ingressos para shows, chamar um táxi, adquirir passagens de avião, comprar conteúdo multimídia, pesquisar preços de produtos e serviços são alguns dos muitos exemplos de como certas atividades cotidianas migraram para o universo dos smartphones e do m-commerce, uma tendência que veio para ficar.

Entre 2010 e 2015, mais de 42 milhões de brasileiros passaram a usar a internet (número maior do que a população inteira do Chile). Hoje, cerca de 116 milhões de pessoas no País estão conectadas. Apesar disso, segundo o estudo da Euromonitor – chamada “Digital Purchase and Internet Retailing Trends” –, ainda há um grande mercado a ser conquistado no Brasil. Diferentemente dos EUA, por exemplo, onde quase 90% da população já têm acesso à internet, aqui o índice é de 60%. Na América Latina? 48%.

Ainda de acordo com o estudo, o mercado de smartphones no Brasil deve crescer cerca de 2% ao ano até 2020, batendo as 70 milhões de unidades. Em 2015, o País registrou a venda de 310 aparelhos para cada 1.000 habitantes, maior índice da América Latina. Outro dado interessante é que os tablets devem se tornar uma alternativa, finalmente e de fato, aos notebooks. O estudo aponta que a venda de notebooks sofrerá queda de 3%, a de tablets terá acréscimo de 4%, e a de smartphones, crescimento de 2%. Já os “velhos” telefones celulares… bom, estes verão suas vendas despencarem 49% no mesmo período.

O futuro é mobile

Atualmente, 59% das pessoas que têm algum tipo de plano de telefonia móvel no País também têm internet móvel. Em 2020, segundo o estudo, esse índice subirá para 66%. O crescimento vem sendo bastante forte desde 2009, quando somente 5,1% dos assinantes de telefonia móvel tinham internet móvel. Também segundo a Euromonitor, hoje 100% da população brasileira está coberta por redes celulares; e 94% contam com alguma cobertura de rede 3G. Aliás, o Brasil é o segundo colocado na América Latina em termos de penetração da tecnologia de internet móvel. Primeira do ranking? A Costa Rica.

O segmento que mais ganhará com o aumento da conectividade móvel será o de alimentação: hoje, ele representa 11% de tudo o que é comprado online no País; em 2020, representará 14%. A compra de ingressos online duplicará de volume (0,1% para 0,2%). O setor de transportes (no qual estão listados cias aéreas, serviços de taxi, passagens de ônibus etc.) passará de 13% para 14%; e o de alojamento (locação de quartos e apartamentos, reservas de hotéis etc.) representará 6% do total das compras via e-commerce – hoje, responde por 7%.

O estudo avaliou também que, até 2020, 10% de tudo o que é vendido online no Brasil será comprado via equipamentos móveis – hoje, esse índice está em 7%; em 2011, eram apenas 2%. Um dos principais motivos para esse crescimento diz respeito ao fato de que os consumidores vêm se sentindo cada vez mais seguros ao comprar via smartphone ou tablet. Aumento motivado, principalmente, segundo o estudo, pelas carteiras digitais (digital wallets).

De acordo com pesquisa Ipsos/PayPal realizada no final do ano passado, 13% do total gasto online no mundo inteiro se deu via smartphone em 2015. Com relação a pagamentos transacionados pelo PayPal globalmente, no ano passado, do total de 4,9 bilhões de transações, 1,4 bilhão (28%) foram realizadas por meio de dispositivos móveis.

Segurança continua sendo o foco

Segundo a Euromonitor, cerca de 47% dos brasileiros entrevistados ainda preferem não compartilhar suas informações financeiras em ambientes virtuais (a média mundial é de 44%). Trata-se de um índice que tende a cair, porque muitas empresas vêm investindo maciçamente para aumentar a segurança dos internautas. Uma das estratégias é oferecer aos seus clientes a opção de pagar por meio de carteiras digitais, em que os dados do usuário não são armazenados no aparelho – eles trafegam criptografados durante todo o fluxo da transação. Isso dá muito mais segurança ao sistema. No PayPal, além de criptografar as informações pessoais e financeiras, as transações são monitoradas 24 horas por dia, sete dias por semana, no intuito de prevenir fraudes e roubo de informações.

Apesar da preocupação remanescente com segurança, o estudo aponta que o comércio eletrônico brasileiro crescerá dos atuais US$ 19,5 bilhões para US$ 28 bilhões em 2020.  Pode-se afirmar, portanto, que os consumidores e varejistas brasileiros compõem um mercado bastante maduro para absorver novas tecnologias para pagamentos eletrônicos. Isso se deve à mudança de comportamento dos consumidores, que estão cada vez mais bem informados e exigentes, à procura de uma experiência de venda completa, que proporcione segurança, rapidez e facilidade. Alinhado a esse movimento está o investimento crescente dos sites em tecnologia e inovação para atender às demandas dos seus clientes.

Este ano, o estudo “Perfil do E-commerce Brasileiro”, encomendado pelo PayPal à BigData Corp., mostrou uma verdadeira virada na tabela: em 2015, apenas 20,68% dos sites usavam tecnologia SSL (Secure Socket Layer) para proporcionar uma navegação segura aos clientes; agora, são 73,85%. E esses varejistas, ao contarem com parceiros de meios de pagamento, como o PayPal, ainda agregam outros benefícios importantes ao seu negócio, como políticas de proteção ao comprador, programa de frete grátis na devolução e a presença global, que incentiva – em tempos de desvalorização do real – a venda entre fronteiras, por exemplo.

Inovação, segurança e tecnologia

Recentemente, o PayPal lançou no País o One Touch, solução que permite ao usuário comprar online em milhões de estabelecimentos sem ter de redigitar seu nome de usuário e senha a cada transação por até 180 dias. Em poucos meses, o One Touch se tornou o serviço de mais rápida adoção na história do PayPal: já são mais de 22 milhões de clientes no mundo. É a prova de que o mercado está, definitivamente, preparado para absorver esse tipo de tecnologia disruptiva.

Citações

  • “O PayPal aposta na tendência do mobile commerce e vai continuar liderando essa revolução – aqui no Brasil, que é um mercado-chave para nós, e lá fora. Temos uma participação representativa nesse movimento e isso é facilmente perceptível quando analisamos os dados do estudo da Euromonitor” – Mario Mello, diretor geral do PayPal para a América Latina
  • “Nosso estudo conclui que existe um grande mercado a ser conquistado pelas empresas de pagamentos móveis. O crescente conhecimento e o nível de exigência dos usuários impulsionam os players do mercado a investirem em aspectos cruciais para oferecerem experiências completas de compra e venda online” – João Luiz Paschoal, consultor-chefe da Euromonitor International

“Queremos continuar contribuindo para o desenvolvimento do mercado de pagamentos online no Brasil e no mundo – por meio de soluções inovadoras, que aportem facilidade, praticidade e, principalmente, segurança” – Paula Paschoal, diretora Comercial do PayPal Brasil